<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Sun, 04 Oct 2026 10:44:51 +0000</lastBuildDate><title>Saftec Digital | Gestão de Reputação Digital</title><description>Especialista em gestão de reputação digital, gerenciamento de crises, branded content e estratégias para fortalecer a presença online de empresas</description><link>https://saftecdigital.ig.com.br</link><atom:link href="https://saftecdigital.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6abfe776033dd269232e9fa4</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:18:46 +0000</pubDate><title>Os prints como prova na avaliação do Doutor Valdemir Ferreira Santos</title><description>Conversas digitais passaram a registrar relações pessoais e profissionais, mas uma captura de tela precisa ser analisada dentro do contexto em que foi produzida. Mensagens que antes desapareceriam com uma conversa presencial agora permanecem registradas por anos em celulares e computadores, informa Valdemir Ferreira Santos. Prints, áudios e outros registros digitais passaram a integrar diferentes […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1o/r6/jt/1or6jt5k95aiae8igjdb0zof0.jpg"><figcaption>Os prints como prova na avaliação do Doutor Valdemir Ferreira Santos<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Conversas digitais passaram a registrar relações pessoais e profissionais, mas uma captura de tela precisa ser analisada dentro do contexto em que foi produzida.</h2><p class="wp-block-paragraph">Mensagens que antes desapareceriam com uma conversa presencial agora permanecem registradas por anos em celulares e computadores, informa Valdemir Ferreira Santos. Prints, áudios e outros registros digitais passaram a integrar diferentes controvérsias levadas à Justiça, acompanhando a expansão da comunicação por aplicativos e plataformas digitais. Uma captura de tela pode ajudar a reconstruir uma conversa, demonstrar determinada comunicação ou contextualizar acontecimentos.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O print pode ser considerado uma prova?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A ideia de que toda captura de tela possui automaticamente valor probatório é imprecisa. O print é um registro digital que pode ser apresentado em um processo, mas sua relevância depende das circunstâncias concretas. Uma imagem isolada pode não mostrar, por exemplo, tudo o que foi dito antes ou depois de determinada mensagem. Dessa forma, o conteúdo precisa ser observado dentro da sequência da conversa e em relação aos demais elementos disponíveis.</p><p class="wp-block-paragraph">Também existem diferenças importantes na forma como o material foi obtido. Uma conversa apresentada espontaneamente por quem participou dela envolve circunstâncias distintas da extração de dados realizada durante uma investigação. Por isso, origem, forma de obtenção e possibilidade de contestação interferem na análise do conteúdo. Esses aspectos ajudam a determinar de que maneira o registro digital poderá ser considerado em conjunto com outras informações do processo.</p><p class="wp-block-paragraph">O Doutor Valdemir Ferreira Santos elucida que a presença crescente desses registros acompanha uma mudança mais ampla na própria documentação da vida cotidiana. Relações profissionais, familiares e comerciais migraram parcialmente para aplicativos. Como consequência, acontecimentos antes reconstruídos principalmente por documentos tradicionais e depoimentos agora também deixam rastros digitais. Essa transformação amplia a variedade de elementos disponíveis para compreender situações que posteriormente se tornam objeto de controvérsia judicial.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que uma imagem isolada pode não contar toda a história?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Uma captura de tela registra somente aquilo que aparece em determinado momento. Mensagens anteriores podem não estar visíveis, enquanto respostas posteriores podem alterar a interpretação de uma frase. Além disso, nomes de contatos podem ser modificados no aparelho, e imagens digitais estão sujeitas a edição. Por essa razão, analisar apenas um recorte pode dificultar a compreensão da sequência completa da comunicação e das circunstâncias em que determinada mensagem foi enviada.</p><p class="wp-block-paragraph">Conforme pontua o Doutor Valdemir Ferreira Santos, isso não significa que todo print deva ser tratado como falso. A questão é que a análise de uma prova digital não precisa se limitar à aparência da imagem. Quando existe contestação relevante sobre autenticidade ou integridade, podem ser necessários outros elementos capazes de esclarecer a origem e a confiabilidade do material. A comparação com outros registros disponíveis pode contribuir para verificar se o conteúdo apresentado corresponde ao contexto da conversa.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O contexto ganhou importância na análise das conversas</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Mensagens digitais apresentam características próprias da comunicação cotidiana. Respostas curtas, abreviações, emojis, áudios e frases enviadas separadamente podem depender de informações anteriores para serem compreendidas. Retirar uma única mensagem da sequência pode modificar significativamente sua interpretação. Por isso, elementos aparentemente secundários da conversa podem ser importantes para compreender o sentido atribuído às manifestações dos participantes.</p><p class="wp-block-paragraph">Por essa razão, uma conversa completa pode oferecer informações que um recorte não apresenta. Datas, sequência das mensagens e relação entre os interlocutores ajudam a reconstruir o contexto. Outros documentos ou depoimentos também podem confirmar, complementar ou contradizer aquilo que aparece na tela. A análise conjunta desses elementos permite compreender com maior precisão como a comunicação ocorreu e quais circunstâncias estavam presentes naquele momento.</p><p class="wp-block-paragraph">Na perspectiva relacionada à atuação do Doutor Valdemir Ferreira Santos como juiz de Direito, esse cenário reforça uma característica da análise judicial: diferentes elementos precisam ser considerados em conjunto. A tecnologia modifica os formatos disponíveis, mas permanece a necessidade de examinar circunstâncias e versões antes de formar uma conclusão sobre os fatos. Nesse processo, o conteúdo digital passa a integrar um conjunto mais amplo de informações que podem contribuir para a compreensão da controvérsia.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-02/os-prints-como-prova-na-avaliacao-do-doutor-valdemir-ferreira-santos.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abfd7e82d3829c93f771dc6</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:12:24 +0000</pubDate><title>Crescimento de receita sem asfixiar o caixa: Valdoir Slapak dimensiona o limite da expansão</title><description>Vender mais pode aumentar a pressão financeira quando a expansão supera a capacidade de financiar o capital de giro, e o planejamento precisa medir esse limite antes da aceleração comercial. Em processos de reestruturação empresarial, Valdoir Slapak, executivo com atuação em administração, finanças e gestão estratégica, trata o crescimento de receita como uma variável que […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8a/xf/pj/8axfpjvb381omp91wx7w3y0pp.jpg"><figcaption>Crescimento de receita sem asfixiar o caixa: Valdoir Slapak dimensiona o limite da expansão<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Vender mais pode aumentar a pressão financeira quando a expansão supera a capacidade de financiar o capital de giro, e o planejamento precisa medir esse limite antes da aceleração comercial.</h2><p class="wp-block-paragraph">Em processos de reestruturação empresarial, Valdoir Slapak, executivo com atuação em administração, finanças e gestão estratégica, trata o crescimento de receita como uma variável que precisa ser financiada antes de ser comemorada. Quando as vendas avançam mais rápido do que a capacidade da empresa de sustentar o próprio capital de giro, o resultado comercial positivo passa a conviver com um caixa cada vez mais pressionado. Vender mais, nesse cenário, pode agravar a fragilidade financeira em vez de aliviá-la, e o planejamento de uma fase de expansão precisa medir não apenas quanto a empresa consegue vender, mas quanto consegue sustentar enquanto cresce.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que crescer rápido pode pressionar o caixa da empresa?</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Um crescimento de receita acelerado costuma exigir mais capital de giro antes de gerar o retorno correspondente em caixa. A empresa precisa financiar estoque, prazo de recebimento e, muitas vezes, contratações antecipadas de pessoal, tudo antes de efetivamente receber pelas vendas adicionais. O descompasso temporal entre desembolso e entrada de recursos está entre as causas mais comuns de dificuldades financeiras em negócios em expansão, inclusive naqueles que apresentam resultados comerciais consistentes e metas batidas trimestre após trimestre.</p><p class="wp-block-paragraph">No diagnóstico financeiro de Valdoir Slapak, a primeira etapa é justamente separar crescimento de receita e fortalecimento do caixa, dois movimentos que muitos gestores tratam como sinônimos. Quando a velocidade da expansão supera a capacidade da estrutura financeira de sustentar o ciclo operacional ampliado, surge uma necessidade de capital que não constava no planejamento inicial. Empresas que não antecipam o efeito acabam recorrendo a capital de terceiros de forma emergencial, em condições bem menos favoráveis do que conseguiriam negociar com antecedência.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>O custo escondido da captação emergencial</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A urgência reduz o poder de negociação. Quando a necessidade de caixa já se tornou crítica, sobra pouco espaço para comparar taxas, prazos e garantias, e a empresa tende a aceitar o crédito disponível naquele momento. O custo mais alto do capital contratado sob pressão não se limita ao período imediato, pois compromete a margem disponível para investir no próprio crescimento nos ciclos seguintes e cria um efeito cumulativo difícil de reverter sem uma revisão profunda da estrutura de dívida.</p><p class="wp-block-paragraph">Um caso recorrente aparece em empresas que renovam sucessivamente linhas de curto prazo para sustentar uma expansão contínua, financiando uma necessidade permanente com um instrumento pensado para necessidades temporárias. A cada renovação, o risco da operação aumenta. Linhas de capital de giro de curto prazo funcionam bem para descompassos pontuais e previsíveis, enquanto o crescimento estrutural pede capital de longo prazo ou aporte de sócios, distinção que Valdoir Slapak usa como critério para reorganizar o endividamento.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Como dimensionar a capacidade financeira antes de acelerar?</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Antes de qualquer aceleração comercial, Valdoir Slapak coloca no centro do planejamento a projeção do impacto da expansão sobre o capital de giro. O cálculo cruza prazos médios de recebimento e pagamento, giro de estoque e o investimento em estrutura necessário para absorver o novo volume de operações. Sem a projeção, o planejamento financeiro de crescimento fica incompleto, e a empresa descobre o tamanho da necessidade de capital apenas quando o caixa já está comprometido.</p><p class="wp-block-paragraph">A projeção ganha precisão quando incorpora diferentes cenários de velocidade de crescimento, porque a necessidade de capital de giro não evolui de forma linear. Acima de determinado ritmo de expansão, cada ponto adicional de receita passa a exigir uma proporção maior de capital do que exigia em patamares moderados. A análise também precisa ser revisitada ao longo do próprio processo, já que mercados e condições de crédito mudam, e um plano montado no início do ano pode não refletir a realidade poucos meses depois.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Metas comerciais e plano financeiro na mesma mesa</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Um crescimento de receita financeiramente sustentável é aquele em que a velocidade da expansão comercial vem precedida por uma leitura da capacidade de financiá-la. Na prática, significa condicionar metas de vendas a limites de capital de giro, revisar a estrutura de financiamento à luz de um horizonte de médio prazo, e não apenas da urgência imediata, e acompanhar a conversão de receita em caixa com a mesma atenção dedicada ao volume faturado.</p><p class="wp-block-paragraph">A integração entre as duas frentes costuma ser o ajuste mais difícil de implementar, porque as áreas comercial e financeira operam com calendários e indicadores distintos. Na condução de Valdoir Slapak, metas e planejamento financeiro passam a integrar um único ciclo de revisão, de modo que decisões de expansão já nascem considerando os limites reais da estrutura disponível. Com a engrenagem alinhada, a empresa aproveita oportunidades de mercado sem transformar o sucesso comercial em fragilidade de caixa.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-02/crescimento-de-receita-sem-asfixiar-o-caixa--valdoir-slapak-dimensiona-o-limite-da-expansao.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abfd734033dd269232e9f95</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:09:24 +0000</pubDate><title>A Fource Consultoria mostra como inteligência de mercado apoia decisões em cenários de incerteza</title><description>Análise de mercado ajuda empresas a interpretar riscos, identificar mudanças e tomar decisões estratégicas com maior previsibilidade. A Fource Consultoria, como consultoria especializada em inteligência de mercado, reestruturação empresarial e gestão de ativos, atua na análise de cenários que ajudam empresas a compreender mudanças econômicas e seus possíveis impactos sobre os negócios. Em um ambiente […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/08/08/bk/0808bkaz6m6gwf8y69mnriir4.jpg"><figcaption>A Fource Consultoria mostra como inteligência de mercado apoia decisões em cenários de incerteza<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Análise de mercado ajuda empresas a interpretar riscos, identificar mudanças e tomar decisões estratégicas com maior previsibilidade.</h2><p class="wp-block-paragraph">A Fource Consultoria, como consultoria especializada em inteligência de mercado, reestruturação empresarial e gestão de ativos, atua na análise de cenários que ajudam empresas a compreender mudanças econômicas e seus possíveis impactos sobre os negócios. Em um ambiente marcado por incertezas, esse tipo de avaliação ganha espaço nas decisões estratégicas.</p><p class="wp-block-paragraph">A 29ª CEO Survey, da PwC, mostra que 38% dos CEOs brasileiros consideram a instabilidade macroeconômica uma ameaça relevante aos negócios em 2026. Disrupção tecnológica, inflação e escassez de talentos também aparecem entre os principais pontos de atenção.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, acompanhar indicadores isolados já não é suficiente. As empresas precisam conectar informações econômicas, movimentos setoriais, comportamento da concorrência e mudanças na demanda. A combinação desses elementos permite construir uma leitura mais ampla do ambiente.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Análise de cenários ganha importância nas decisões empresariais</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A inteligência de mercado contribui para transformar informações dispersas em elementos úteis para a tomada de decisão. Sendo assim, o objetivo não é prever exatamente o que acontecerá, mas identificar possibilidades e preparar respostas para diferentes cenários.</p><p class="wp-block-paragraph">Na avaliação proposta pela Fource Consultoria, consultoria em gestão empresarial, esse processo exige uma análise contínua dos fatores que podem alterar o desempenho de uma empresa. Mudanças de comportamento dos consumidores, novos concorrentes, transformações tecnológicas e condições de crédito podem modificar rapidamente as premissas utilizadas pela gestão.</p><p class="wp-block-paragraph">Essa leitura também reduz o risco de decisões baseadas exclusivamente em percepções internas. Ao incorporar informações externas, a empresa consegue confrontar suas hipóteses com evidências disponíveis no mercado.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados precisam estar conectados à estratégia</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Com base nos últimos anos, o volume de informações disponíveis aumentou, mas isso não significa que todas tenham o mesmo valor para a tomada de decisão. Um dos desafios está justamente em selecionar dados relevantes e estabelecer relações entre eles.</p><p class="wp-block-paragraph">A equipe da Fource trabalha essa análise a partir da conexão entre informações de mercado e questões estratégicas do negócio. Nesse processo, indicadores econômicos podem ser relacionados a desempenho setorial, concorrência, demanda e riscos específicos de cada operação.</p><p class="wp-block-paragraph">Em razão disso, a qualidade da informação também influencia a velocidade de resposta. Quanto mais estruturada for a leitura do ambiente, maior tende a ser a capacidade de identificar mudanças antes que seus efeitos apareçam nos resultados.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Incerteza exige decisões mais estruturadas</strong></p><p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da PwC também mostra uma tensão entre riscos de curto prazo e oportunidades de longo prazo. Ao mesmo tempo em que enfrentam instabilidade, empresas brasileiras ampliam sua atuação em novos setores e investem em tecnologias como inteligência artificial. Esse movimento reforça a necessidade de decisões apoiadas por diferentes horizontes de análise. Uma escolha estratégica pode fazer sentido diante de determinado cenário, mas exigir ajustes caso variáveis econômicas ou competitivas se alterem.</p><p class="wp-block-paragraph">Para a Fource Consultoria, a inteligência de mercado cumpre justamente esse papel de apoiar a construção de cenários e a revisão das premissas utilizadas pela gestão. A análise deixa de ser uma atividade pontual e passa a acompanhar a evolução do negócio.</p><p class="wp-block-paragraph">Em ambientes de maior volatilidade, a capacidade de interpretar sinais antecipadamente ganha relevância. Empresas que estruturam melhor suas informações conseguem avaliar riscos, reconhecer oportunidades e ajustar suas estratégias com maior consistência.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a inteligência de mercado se consolida como uma ferramenta de apoio à gestão. Mais do que acompanhar tendências, trata-se de compreender como diferentes movimentos podem afetar o negócio e quais decisões podem ser tomadas diante de cada possibilidade.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-02/a-fource-consultoria-mostra-como-inteligencia-de-mercado-apoia-decisoes-em-cenarios-de-incerteza.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abfd3722d3829c93f771dbc</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 15:53:22 +0000</pubDate><title>Sigma Educação e Tecnologia examina como a gestão escolar baseada em dados redefine a eficiência das instituições</title><description>Indicadores de desempenho, planejamento financeiro e tecnologia integrada ganham peso nas decisões de redes de ensino em busca de resultados e sustentabilidade. A gestão escolar baseada em dados tornou-se uma das principais frentes de transformação do setor educacional brasileiro. Na visão da Sigma Educação e Tecnologia, empresa especializada em aprendizagem, tecnologia e desenvolvimento educacional, redes […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/02/dr/id/02driddlr458znskq3lxfel96.jpg"><figcaption>Sigma Educação e Tecnologia examina como a gestão escolar baseada em dados redefine a eficiência das instituições<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Indicadores de desempenho, planejamento financeiro e tecnologia integrada ganham peso nas decisões de redes de ensino em busca de resultados e sustentabilidade.</h2><p class="wp-block-paragraph">A gestão escolar baseada em dados tornou-se uma das principais frentes de transformação do setor educacional brasileiro. Na visão da Sigma Educação e Tecnologia, empresa especializada em aprendizagem, tecnologia e desenvolvimento educacional, redes públicas e privadas enfrentam o desafio de melhorar indicadores de aprendizagem com orçamentos cada vez mais pressionados. Nesse contexto, informações antes dispersas em planilhas e sistemas isolados passam a orientar decisões pedagógicas e financeiras.</p><p class="wp-block-paragraph">Essa mudança, percebe-se, vai além da digitalização de processos. A companhia observa que o uso estratégico de dados altera a forma como as instituições planejam, investem e avaliam resultados. Além disso, o tema ganha relevância diante da consolidação do mercado de educação básica e da maior exigência das famílias por transparência. Para gestores, a questão deixou de ser adotar ou não tecnologia. O ponto central passa a ser como transformar informação em eficiência.</p><h2 class="wp-block-heading">Indicadores passam a orientar decisões pedagógicas</h2><p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, a avaliação do desempenho escolar dependeu de provas periódicas e registros fragmentados. Hoje, plataformas integradas reúnem frequência, notas, participação e engajamento em painéis atualizados continuamente. Desse modo, coordenadores conseguem identificar dificuldades de aprendizagem antes que se transformem em reprovação ou evasão.</p><p class="wp-block-paragraph">A Sigma Educação e Tecnologia destaca que o valor desses indicadores depende da capacidade de interpretação das equipes. Por outro lado, o excesso de métricas sem critério pode dispersar o foco pedagógico. Por isso, a definição de poucos indicadores relevantes costuma produzir resultados mais consistentes do que o monitoramento de dezenas de variáveis.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o uso de dados também favorece a personalização do acompanhamento. Alunos com trajetórias distintas podem receber intervenções específicas, como reforço, tutoria ou ajuste de conteúdo. Essa abordagem tende a reduzir desigualdades dentro de uma mesma turma.</p><h2 class="wp-block-heading">Eficiência operacional entra na agenda das redes de ensino</h2><p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista financeiro, a gestão escolar baseada em dados permite enxergar custos com maior precisão. Gastos com material didático, infraestrutura e pessoal podem ser comparados ao desempenho obtido em cada unidade. Nesse cenário, investimentos passam a ser avaliados pelo retorno educacional que efetivamente produzem.</p><p class="wp-block-paragraph">Além disso, a automação de rotinas administrativas reduz retrabalho e libera equipes para atividades de maior impacto. Matrículas, controle de frequência e emissão de relatórios exigem menos tempo quando os sistemas conversam entre si. Para grupos educacionais com várias unidades, a padronização de processos facilita a comparação entre escolas e a replicação de boas práticas.</p><p class="wp-block-paragraph">A Sigma Educação e Tecnologia ressalta que a integração entre sistemas pedagógicos e administrativos é o ponto de partida para esse ganho. Soluções isoladas, contratadas sem planejamento, tendem a criar novas camadas de complexidade. O resultado, nesses casos, é o aumento de custos sem melhora proporcional na gestão.</p><h2 class="wp-block-heading">Cultura de dados ainda é o principal obstáculo</h2><p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, a adoção enfrenta barreiras que vão além da tecnologia. Muitas instituições ainda não contam com profissionais preparados para analisar informações e convertê-las em ações. Diante disso, ferramentas sofisticadas acabam subutilizadas, restritas à geração de relatórios pouco consultados.</p><p class="wp-block-paragraph">Outro desafio envolve a proteção das informações dos estudantes. A Lei Geral de Proteção de Dados estabelece regras rigorosas para o tratamento de dados de crianças e adolescentes. Nesse contexto, governança, controle de acesso e transparência tornam-se requisitos básicos para qualquer projeto de gestão digital.</p><p class="wp-block-paragraph">Para superar essas barreiras, instituições têm investido na capacitação de coordenadores e diretores. A formação em análise de dados passa a integrar os programas de desenvolvimento das equipes de gestão. Além disso, o envolvimento dos professores no uso dos indicadores favorece a adesão e amplia o impacto das iniciativas.</p><h2 class="wp-block-heading">Educação orientada por evidências ganha espaço no mercado</h2><p class="wp-block-paragraph">O movimento também repercute no mercado educacional. Grupos de ensino que demonstram resultados mensuráveis ganham vantagem na atração de alunos e na negociação com investidores. Além disso, a capacidade de comprovar eficiência tende a influenciar parcerias com o setor público.</p><p class="wp-block-paragraph">A Sigma Educação e Tecnologia examina essa tendência como parte de uma profissionalização mais ampla da gestão educacional. Escolas passam a adotar práticas de planejamento e acompanhamento semelhantes às de outros setores da economia. Por outro lado, a especificidade pedagógica exige que os indicadores respeitem o tempo e a complexidade do processo de aprendizagem.</p><h2 class="wp-block-heading">Perspectivas para o setor</h2><p class="wp-block-paragraph">Em última análise, nota-se que o uso estratégico de dados na educação sinaliza uma mudança de paradigma na forma como as escolas são administradas. A tendência é que decisões baseadas em evidências substituam gradualmente escolhas guiadas apenas pela experiência ou pela intuição. Nos próximos anos, a integração entre tecnologia, formação de equipes e governança deve definir quais instituições conseguirão avançar.</p><p class="wp-block-paragraph">A Sigma Educação e Tecnologia contextualiza que o objetivo final não é acumular informações, mas convertê-las em aprendizagem e sustentabilidade financeira. Nesse cenário, a gestão escolar baseada em dados tende a se consolidar como fator de competitividade em um setor cada vez mais pressionado por resultados.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-02/sigma-educacao-e-tecnologia-examina-como-a-gestao-escolar-baseada-em-dados-redefine-a-eficiencia-das-instituicoes.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abe965457ded4bc58924847</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:20:20 +0000</pubDate><title>Antonella Giancoli, fundadora da Benarrivati, apresenta a origem marinha das Dolomitas antes das trilhas</title><description>A rocha clara que dá às Dolomitas seu brilho característico ao entardecer começou a se formar em antigos ambientes marinhos há cerca de 250 milhões de anos, e é dessa história geológica, não apenas da altitude, que a curadora prefere partir Antes de qualquer conversa sobre trilhas, refúgios ou vias ferratas, Antonella Giancoli prefere introduzir […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8u/z8/i8/8uz8i89vt9p6mjeqgitl28u8l.jpg"><figcaption>Antonella Giancoli, fundadora da Benarrivati, apresenta a origem marinha das Dolomitas antes das trilhas<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>A rocha clara que dá às Dolomitas seu brilho característico ao entardecer começou a se formar em antigos ambientes marinhos há cerca de 250 milhões de anos, e é dessa história geológica, não apenas da altitude, que a curadora prefere partir</em></p><p class="wp-block-paragraph">Antes de qualquer conversa sobre trilhas, refúgios ou vias ferratas, Antonella Giancoli prefere introduzir um roteiro pelas Dolomitas com uma informação que muda a leitura da paisagem: aquelas montanhas de rocha clara preservam vestígios de antigos ambientes marinhos que existiram há centenas de milhões de anos. Responsável pela curadoria italiana da Benarrivati, ela conta que compreender essa origem geológica transforma a forma como as famílias observam a região pelo resto da viagem.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Um antigo ambiente marinho que virou montanha</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Boa parte da história geológica das Dolomitas remonta ao período Triássico, quando a região estava associada ao antigo oceano de Tétis. Plataformas carbonáticas, recifes e bacias marinhas deram origem a formações que, milhões de anos depois, seriam elevadas pelos processos tectônicos responsáveis pela formação dos Alpes.</p><p class="wp-block-paragraph">A dolomia, rocha característica da região, é composta por carbonato de cálcio e magnésio. No fim do século XVIII, o naturalista francês Déodat de Dolomieu chamou atenção para as propriedades particulares desse material, que posteriormente recebeu seu nome.</p><p class="wp-block-paragraph">Fósseis e estruturas preservadas nas rochas ainda registram esse passado marinho em grandes altitudes. A UNESCO reconheceu as Dolomitas como Patrimônio Natural Mundial em 2009, destacando tanto sua paisagem quanto seu excepcional valor geológico.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que essa história vem antes de qualquer trilha</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Para Antonella, começar pela geologia muda o tipo de atenção que a família dedica à paisagem durante caminhadas ou paradas para observar a <em>enrosadira</em>, quando as paredes rochosas podem assumir tons de rosa, vermelho e laranja ao amanhecer e ao entardecer.</p><blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em>“Quando alguém entende que está caminhando entre rochas que guardam a história de antigos ambientes marinhos, a relação com a paisagem muda. As pessoas deixam de olhar apenas para o topo da montanha e começam a reparar na textura da rocha, nas camadas visíveis nas encostas e nos sinais daquele passado. É um tipo de curiosidade que transforma uma caminhada bonita em uma caminhada que também ensina alguma coisa sobre a história do planeta”</em>, afirma Antonella Giancoli.</p></blockquote><h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma cor que também tem explicação geológica</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O aspecto claro da dolomia está ligado à composição da rocha e contribui para a luminosidade característica das Dolomitas. Ao amanhecer e ao entardecer, a incidência da luz pode fazer com que as paredes assumam tonalidades quentes, do laranja ao vermelho e ao violeta, no fenômeno conhecido como <em>enrosadira</em>.</p><p class="wp-block-paragraph">Explicar essa característica antes de observar o fenômeno ajuda a direcionar a atenção para a própria formação das montanhas, em vez de reduzir aquele momento apenas a uma fotografia.</p><p class="wp-block-paragraph">Contar a história geológica das Dolomitas antes de qualquer trilha é, para a curadoria da Benarrivati, uma forma de fazer com que a paisagem seja também compreendida, e não apenas admirada de passagem.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a Benarrivati</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Fundada e liderada por Antonella Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-01/antonella-giancoli--fundadora-da-benarrivati--apresenta-a-origem-marinha-das-dolomitas-antes-das-trilhas.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abe9534064909c51ef69b0e</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:15:32 +0000</pubDate><title>Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, avalia como o Certificado de Operações Estruturadas une proteção de capital e exposição a derivativos</title><description>Criado para simplificar operações que antes exigiam a combinação de múltiplos contratos simultâneos, o COE, analisado por Rodrigo Balassiano, permite que bancos ofereçam ao investidor, por meio de um único certificado, uma estrutura que combina renda fixa e exposição a ativos de referência como índices, moedas ou taxas de juros A ID CTVM, que acompanha […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/en/y0/j1/eny0j1vubbpl2ivagej8fy334.jpg"><figcaption>Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, avalia como o Certificado de Operações Estruturadas une proteção de capital e exposição a derivativos<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h3 class="wp-block-heading"><em>Criado para simplificar operações que antes exigiam a combinação de múltiplos contratos simultâneos, o COE, analisado por Rodrigo Balassiano, permite que bancos ofereçam ao investidor, por meio de um único certificado, uma estrutura que combina renda fixa e exposição a ativos de referência como índices, moedas ou taxas de juros</em></h3><p class="wp-block-paragraph">A ID CTVM, que acompanha a diversificação dos instrumentos de investimento disponíveis ao público brasileiro, observa a consolidação do Certificado de Operações Estruturadas como alternativa que reúne, em um único título, características antes distribuídas entre diferentes contratos financeiros negociados de forma separada. Rodrigo Balassiano identifica no COE um mecanismo que simplificou a estruturação de operações que combinam proteção de capital com exposição a ativos de referência, sem exigir do investidor a contratação simultânea de múltiplos instrumentos para obter esse mesmo resultado econômico.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Instrumento nasceu para consolidar operações antes fragmentadas</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O COE foi instituído pela Medida Provisória nº 472, de 2009, posteriormente convertida na Lei nº 12.249, de 2010, com o objetivo declarado de permitir que bancos oferecessem ao mercado, por meio de um único certificado, uma estrutura que antes exigia a combinação de diferentes contratos, como uma aplicação de renda fixa somada a uma operação de derivativo referenciada a determinado ativo. Rodrigo Balassiano observa que essa consolidação documental reduziu a complexidade jurídica de operações que, embora já fossem tecnicamente possíveis por outros caminhos, exigiam do investidor lidar com múltiplos instrumentos simultâneos para obter o mesmo resultado econômico.</p><p class="wp-block-paragraph">A emissão do COE está restrita a bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento e caixas econômicas, conforme a Resolução CMN nº 4.263, de 2013, que disciplina as condições de emissão do título. A distribuição pública do certificado, por sua vez, é regulada pela Instrução CVM nº 569, de 2015, que estabeleceu um rito simplificado de oferta, sem necessidade de registro individual de cada emissão, desde que respeitadas exigências específicas de padronização informacional.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Duas modalidades distinguem o grau de proteção do capital investido</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Para Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, compreender a distinção entre as duas modalidades regulamentares do COE é o ponto de partida para qualquer investidor avaliar esse tipo de estrutura.</p><p class="wp-block-paragraph"><em>“O COE pode ser emitido com valor nominal protegido, modalidade em que os pagamentos mínimos devidos ao investidor equivalem ou superam o capital originalmente investido, ou com valor nominal em risco, situação em que apenas uma parcela previamente definida do capital investido está garantida. Essa distinção regulatória precisa estar absolutamente clara para o investidor antes da aplicação, porque determina o grau de exposição a perdas em um cenário desfavorável do ativo de referência”</em>, explica o executivo.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Documento de informações essenciais padroniza a comunicação com o investidor</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A Instrução CVM 569 exige que cada emissão de COE distribuída publicamente seja acompanhada de um Documento de Informações Essenciais, peça padronizada que reúne, de forma objetiva, as características centrais da operação, como o ativo de referência utilizado, o cenário de rentabilidade em diferentes hipóteses de mercado e o grau de proteção do capital investido. Rodrigo Balassiano nota que essa padronização documental cumpre papel relevante na análise de suitability aplicada pelas instituições distribuidoras, já que a complexidade de um COE tende a variar significativamente conforme o ativo de referência e a estrutura de pagamento escolhidos pelo banco emissor.</p><p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de um título de renda fixa tradicional, cuja remuneração segue uma lógica relativamente direta de indexação a um percentual do CDI ou a uma taxa prefixada, o retorno de um COE depende do comportamento de um ativo de referência ao longo do período da operação, o que exige do investidor uma compreensão mínima sobre como esse ativo se comporta historicamente e sobre os cenários que determinam o pagamento final do certificado.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Ativo de referência amplia o leque de exposições disponíveis ao investidor</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Entre os ativos de referência mais comuns utilizados na estruturação de um COE estão índices de ações, taxas de câmbio, taxas de juros e cestas de commodities, escolha que molda diretamente o perfil de risco da operação. Rodrigo Balassiano pondera que essa flexibilidade de referência é o que torna o COE um instrumento particularmente versátil dentro do leque de produtos estruturados oferecidos por instituições financeiras brasileiras, permitindo que o investidor obtenha exposição a mercados ou classes de ativos que, de outra forma, exigiriam operações mais complexas de acesso direto.</p><p class="wp-block-paragraph">Essa versatilidade, no entanto, não elimina a necessidade de análise criteriosa sobre a instituição emissora, já que o COE representa uma obrigação do próprio banco emissor perante o investidor, sem a segregação patrimonial típica de um fundo de investimento ou de um certificado de recebíveis lastreado em ativos específicos. O risco de crédito do investidor está, portanto, diretamente vinculado à solidez financeira da instituição financeira responsável pela emissão.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Perspectivas para os produtos estruturados no mercado brasileiro</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Com a indústria de produtos financeiros estruturados brasileira ampliando a diversidade de instrumentos à disposição do investidor pessoa física, a tendência é que o COE siga ocupando espaço relevante como alternativa que combina, em um único título, a simplicidade documental buscada pelo mercado com a flexibilidade de exposição historicamente restrita a operações mais complexas. Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, que acompanha a diversificação de mais de 550 fundos sob administração fiduciária e custódia da companhia, observa que a maturidade desse tipo de produto reflete um estágio mais avançado de sofisticação do investidor brasileiro em relação a estruturas que combinam elementos de renda fixa e de derivativos.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a ID CTVM</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A ID CTVM é uma instituição especializada em infraestrutura para o mercado de capitais, com serviços de administração fiduciária, custódia, escrituração, controladoria e distribuição de fundos de investimento. Fundada em 2020, a companhia reúne atualmente mais de 550 fundos e mais de R$ 50 bilhões sob administração e custódia, com presença relevante em estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs. Combinando tecnologia, governança, conhecimento regulatório e eficiência operacional, a ID oferece suporte a gestores, investidores, empresas e demais participantes do mercado, contribuindo para operações mais seguras, eficientes e transparentes.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-10-01/rodrigo-balassiano--diretor-da-id-ctvm--avalia-como-o-certificado-de-operacoes-estruturadas-une-protecao-de-capital-e-exposicao-a-derivativos.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcfd68b40845815a431859</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:15:36 +0000</pubDate><title>O golpe do falso CEO ficou mais sofisticado</title><description>As empresas estão preparadas para fraudes com voz e imagem geradas por IA? Durante anos, o treinamento padrão de compliance em qualquer departamento financeiro seguiu uma lógica simples: desconfiar de e-mails com erros de português, remetentes estranhos e pedidos urgentes de transferência. Esse manual está ficando obsoleto. O Advogado Especialista em Inteligência Artificial Jonatas Lucena […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4p/c1/aw/4pc1awv0vohtvdc9z415eq6bb.jpg"><figcaption>O golpe do falso CEO ficou mais sofisticado<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">As empresas estão preparadas para fraudes com voz e imagem geradas por IA?</h2><p class="wp-block-paragraph">Durante anos, o treinamento padrão de compliance em qualquer departamento financeiro seguiu uma lógica simples: desconfiar de e-mails com erros de português, remetentes estranhos e pedidos urgentes de transferência. Esse manual está ficando obsoleto. O Advogado Especialista em Inteligência Artificial Jonatas Lucena esclarece que a inteligência artificial generativa passou a reproduzir justamente os elementos que, até pouco tempo, serviam para confirmar a identidade de uma pessoa o rosto, a voz, o jeito de falar. E isso transformou o golpe do falso CEO em um risco jurídico corporativo de outra ordem de grandeza.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Os números que sustentam a preocupação</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Um levantamento divulgado em 31 de agosto pelo Cetic.br, em parceria com a ANPD, deixou claro que o problema já não é hipotético. Segundo a pesquisa, cerca de 45 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais, 32% dos usuários de internet no país relataram ter sido alvo de alguma tentativa de golpe envolvendo uso indevido de dados pessoais. Desses, 27,5 milhões afirmam ter sido efetivamente vítimas. Aplicativos de mensagem concentram 84% das abordagens fraudulentas, segundo o estudo.</p><p class="wp-block-paragraph">O dado mais relevante para o ambiente corporativo, no entanto, é outro: pela primeira vez, o Cetic.br também mediu o nível de preocupação da população com o uso de dados pessoais por ferramentas de inteligência artificial um indicativo de que o tema já não se restringe a especialistas em segurança da informação, mas passou a integrar a percepção de risco do público em geral, inclusive de clientes, fornecedores e investidores.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>De ameaça de TI a risco de governança</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O Advogado especialista em internet Jonatas Lucena lembra que historicamente, fraudes digitais eram tratadas como problema técnico, resolvido com firewall, antivírus e treinamento de equipe. Essa moldura não dá mais conta do problema. Quando um criminoso consegue reproduzir a voz de um diretor financeiro em uma ligação, ou simular o rosto de um CEO em uma videoconferência para autorizar uma transferência milionária, o que falhou não foi apenas a tecnologia foi a governança.</p><p class="wp-block-paragraph">A ANPD já sinalizou, em seu Radar Tecnológico nº 6, dedicado a deepfakes, que a mitigação desses riscos exige uma abordagem multidimensional: tecnologia, transparência, rastreabilidade, controles organizacionais e supervisão humana combinados. Não existe solução unicamente técnica para um problema que envolve, no fundo, a confiança que uma organização deposita em canais de comunicação e processos de aprovação.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Para o Advogado Jonatas Lucena – O que muda na exposição jurídica das empresas</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Três frentes merecem atenção prioritária de diretorias jurídicas e comitês de risco:</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Protocolos de dupla verificação deixaram de ser boa prática e passam a ser exigência de diligência.</strong> Uma solicitação de transferência, ainda que confirmada por voz ou vídeo, não pode mais ser tratada como prova suficiente de autenticidade sem um segundo canal de confirmação. Em caso de fraude, a ausência desse controle pode ser interpretada como falha no dever de cuidado da própria empresa inclusive em disputas envolvendo responsabilidade por perdas de terceiros, como clientes e parceiros comerciais.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>A cadeia normativa em torno da LGPD e do Marco Civil da Internet está se adensando.</strong> Os Decretos nº 12.975 e nº 12.976, de maio de 2026, ampliaram as competências da ANPD sobre governança, transparência e prevenção de fraudes no ambiente digital. Em 21 de agosto, a própria agência iniciou o monitoramento de 22 grandes plataformas e ferramentas de IA generativa para verificar mecanismos de prevenção a conteúdos criminosos, sinal claro de que o regulador está elevando o padrão de exigência sobre todo o ecossistema digital, e não apenas sobre as vítimas diretas de fraude.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Vazamento e uso indevido de dados pessoais têm consequência regulatória concreta.</strong> A multa recente de R$ 153,7 milhões aplicada pela ANPD à ByteDance, controladora do TikTok, por falhas na proteção de dados de crianças e adolescentes, é um lembrete de que a autoridade de dados brasileira já opera em outro patamar de rigor sancionatório. Empresas que lidam com dados de clientes, fornecedores ou colaboradores praticamente todas precisam considerar esse novo ambiente de fiscalização ao dimensionar seu apetite de risco.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A tese central</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Jonatas Lucena advogado especialista em inteligência artificial deixa claro que não basta mais treinar o financeiro para desconfiar de um e-mail malfeito. É preciso reconhecer que a própria noção de identidade verificável aquilo que antes bastava ouvir ou ver para confiar está sendo tecnicamente contornada em escala. Isso exige uma resposta que vá além da tecnologia: protocolos internos de verificação cruzada, mapeamento de risco jurídico associado a fraudes com IA, e uma revisão de políticas de governança de dados que já considere esse cenário como parte do risco ordinário de operação não como uma hipótese remota.</p><p class="wp-block-paragraph">As empresas que tratarem esse tema como pauta de compliance e não apenas de TI estarão mais bem posicionadas tanto para evitar prejuízos financeiros diretos quanto para se defender de eventuais responsabilizações decorrentes de falhas em seus próprios protocolos de segurança.</p><p class="wp-block-paragraph"><em>Jonatas Lucena, advogado especialista em crimes digitais, direito da internet e cibercrimes OAB/SP 285.933</em></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/o-golpe-do-falso-ceo-ficou-mais-sofisticado.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcfd65b40845815a431858</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:15:33 +0000</pubDate><title>Quando nem o vídeo é mais prova: a inteligência artificial está mudando o conceito de verdade na Justiça</title><description>Por décadas, uma fotografia, uma gravação de voz ou um vídeo foram tratados, no imaginário coletivo e também nos tribunais, como uma espécie de garantia última da verdade. Se existia uma imagem, algo havia acontecido. Se havia um áudio, alguém havia dito aquilo. Segundo o Advogado Jonatas Lucena essa certeza está desmoronando e a Justiça […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/co/fr/a3/cofra3ots5cyb0onnl9j865t1.jpg"><figcaption>Quando nem o vídeo é mais prova: a inteligência artificial está mudando o conceito de verdade na Justiça<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Por décadas, uma fotografia, uma gravação de voz ou um vídeo foram tratados, no imaginário coletivo e também nos tribunais, como uma espécie de garantia última da verdade. Se existia uma imagem, algo havia acontecido. Se havia um áudio, alguém havia dito aquilo. Segundo o Advogado Jonatas Lucena essa certeza está desmoronando e a Justiça brasileira começa a sentir o impacto diretamente.</p><p class="wp-block-paragraph">A pergunta que qualquer advogado, perito ou magistrado precisa fazer diante de uma prova audiovisual hoje não é mais “o que este vídeo mostra?”, mas sim: <strong>isso realmente aconteceu?</strong></p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma crise anunciada pela própria autoridade de dados</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) não deixou essa constatação apenas no campo da intuição. Em julho de 2026, a agência publicou o Radar Tecnológico nº 6, dedicado inteiramente aos deepfakes um documento técnico de 163 páginas que mapeia, entre outros pontos, como conteúdos sintéticos gerados por inteligência artificial vêm sendo usados em golpes financeiros, exposição de imagens íntimas sem consentimento e desinformação eleitoral. O recado central do estudo é direto: áudio, fotografia e vídeo, isoladamente, deixaram de ser garantia de autenticidade.</p><p class="wp-block-paragraph">O contexto que motivou a publicação é preocupante. Segundo o Observatório Lupa, citado no próprio radar da ANPD, a circulação de conteúdo falso produzido com IA no Brasil cresceu 308% entre 2024 e 2025. Não é um fenômeno marginal: é uma curva que se acelera exatamente na velocidade em que as ferramentas de geração de imagem, voz e vídeo se tornam mais acessíveis e mais convincentes.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A resposta institucional já começou</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O mundo jurídico e eleitoral não está parado diante disso. Em 26 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral e o Google lançaram, em Brasília, uma iniciativa para que candidatos às eleições de 2026 possam rastrear o uso indevido de sua própria imagem em vídeos gerados por IA no YouTube a ferramenta Detecção por Semelhanças, conhecida como Likeness ID. Após um cadastro com verificação de identidade, a plataforma passa a monitorar o YouTube em busca de conteúdos que reproduzam a aparência do candidato, permitindo pedidos de remoção quando houver uso não autorizado.</p><p class="wp-block-paragraph">É uma solução pontual, restrita a uma plataforma e a um público específico. Mas ela expõe algo maior: o reconhecimento, por parte do próprio Estado, de que a imagem e a voz de uma pessoa se tornaram ativos vulneráveis, passíveis de apropriação por terceiros sem qualquer participação do titular. E o que vale para um candidato vale, em igual medida, para qualquer cidadão, executivo ou empresa que veja sua identidade digital sequestrada para produzir conteúdo fraudulento.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que isso muda na prática forense</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Para o Advogado especialista em Deepfakes Jonatas Lucena que atua sempre com provas digitais, a mudança é estrutural. Três frentes merecem atenção imediata:</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Perícia técnica deixou de ser opcional.</strong> A simples apresentação de um vídeo ou áudio como prova, sem análise técnica de metadados, compressão, artefatos de geração sintética e consistência temporal, tende a perder força probatória. A cadeia de custódia digital de onde veio o arquivo, quem teve acesso a ele, como foi extraído e preservado passa a ser tão relevante quanto o conteúdo em si.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>A clonagem de voz já é uma realidade de golpe, não de ficção científica.</strong> Casos de fraudes bancárias e corporativas envolvendo áudios sintéticos de familiares, executivos ou autoridades para induzir transferências financeiras ou decisões urgentes têm se tornado mais sofisticados e mais difíceis de identificar a olho nu ou melhor, a ouvido nu.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>A remoção e responsabilização passam a ter caminhos jurídicos mais claros.</strong> Vítimas de deepfakes com fins de dano à honra, à imagem ou ao patrimônio já dispõem de instrumentos para buscar a retirada de conteúdo e a responsabilização de quem o produziu ou disseminou inclusive das próprias plataformas, quando comprovada omissão diante de notificação.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Jonatas Lucena esclarece o que vem a seguir</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O debate sobre deepfakes não vai arrefecer tão cedo. Pelo contrário: à medida que as ferramentas de geração de conteúdo sintético se popularizam e ganham qualidade, a tendência é que o volume de casos golpes financeiros, fraudes de identidade, disputas envolvendo prova digital manipulada, violência de gênero digital continue crescendo.</p><p class="wp-block-paragraph">Para o sistema de Justiça, o desafio é duplo: de um lado, capacitar peritos, advogados e magistrados para lidar com uma nova categoria de prova que exige ceticismo técnico antes de qualquer convencimento; de outro, construir mecanismos ágeis de resposta para quem tem sua imagem, voz ou identidade digital indevidamente utilizada.</p><p class="wp-block-paragraph">A pergunta que abriu este texto talvez resuma bem o momento que vivemos: se nem o vídeo é mais prova incontestável, o que resta é reforçar exatamente aquilo que a tecnologia não consegue replicar com segurança a análise técnica rigorosa, a cadeia de custódia bem documentada e um arcabouço jurídico preparado para diferenciar, com precisão, o que é real do que foi apenas muito bem simulado.</p><p class="wp-block-paragraph"><em>Autor: Jonatas Lucena OAB/SP 285.933, advogado especialista em crimes digitais, direito da internet e cibercrimes.</em></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/quando-nem-o-video-e-mais-prova--a-inteligencia-artificial-esta-mudando-o-conceito-de-verdade-na-justica.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcfbfd1d2a02b3480cf46a</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:09:33 +0000</pubDate><title>Monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional ganham espaço na gestão de risco reputacional</title><description>Empresas privadas e órgãos públicos brasileiros têm ampliado, nos últimos anos, os investimentos em serviços de monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional. A prática, que já era comum em áreas como relações institucionais e comunicação corporativa, passou a ser tratada como parte central da gestão de risco, à medida que a exposição digital […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b2/kr/lb/b2krlbrqfedryr2iqxo2jgq75.jpg"><figcaption>Monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional ganham espaço na gestão de risco reputacional<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Empresas privadas e órgãos públicos brasileiros têm ampliado, nos últimos anos, os investimentos em serviços de monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional. A prática, que já era comum em áreas como relações institucionais e comunicação corporativa, passou a ser tratada como parte central da gestão de risco, à medida que a exposição digital de marcas, executivos e instituições públicas se tornou praticamente contínua, nesse momento que desponta no mercado a <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital </a>como a empresa mais especializada no assunto.</p><p class="wp-block-paragraph">O movimento reflete uma mudança de comportamento tanto do consumidor quanto do cidadão. Antes de fechar negócio com uma empresa, contratar um serviço público ou avaliar um gestor, é cada vez mais comum que o público recorra a buscadores, redes sociais e, mais recentemente, a assistentes de inteligência artificial para formar uma opinião. Nesse cenário, o que aparece nos primeiros resultados de busca, ou é citado por uma IA generativa, passa a ter peso direto na reputação de uma organização.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Auditoria como ferramenta preventiva</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Especialistas do setor descrevem a auditoria de imagem institucional como um diagnóstico técnico: um levantamento completo do que está publicado sobre uma empresa, marca ou gestor público em portais de notícia, redes sociais, sites de reclamação e mecanismos de busca. A partir desse diagnóstico, é possível identificar riscos antes que se transformem em crises, corrigir informações desatualizadas ou incorretas e planejar estrategicamente a comunicação futura.</p><p class="wp-block-paragraph">Entre as empresas que atuam nesse segmento está a Saftec Digital, companhia especializada na prestação de serviços de monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional para clientes privados e públicos em todo o Brasil. A empresa afirma acompanhar de forma contínua a presença digital de seus clientes, produzindo relatórios técnicos sobre exposição em mídia espontânea, sentimento associado às menções e evolução do posicionamento em buscadores ao longo do tempo.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Setor público também recorre ao monitoramento</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Diferentemente do que se poderia supor, a demanda por esse tipo de serviço não se restringe a empresas privadas. Órgãos e entes públicos, assim como autarquias e empresas de economia mista, também têm buscado auditorias de imagem institucional, sobretudo em períodos de maior escrutínio, como processos eleitorais, mudanças de gestão ou execução de políticas públicas sensíveis.</p><p class="wp-block-paragraph">Segundo a Saftec Digital, o atendimento a contratantes públicos segue os mesmos parâmetros técnicos aplicados a clientes privados, com relatórios auditáveis, metodologia documentada e transparência sobre as fontes utilizadas, requisitos considerados essenciais para esse tipo de contratação no setor público.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional é um mercado em transformação</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A chegada de assistentes de inteligência artificial como ferramenta de busca e recomendação tem acrescentado uma nova camada a esse mercado. Empresas do setor já monitoram não apenas o que aparece no Google, mas também como marcas e instituições são descritas quando citadas por sistemas de IA generativa, um campo que especialistas vêm chamando de otimização para mecanismos generativos, em complemento ao tradicional trabalho de otimização para buscadores.</p><p class="wp-block-paragraph">Para consultores da área, a tendência é que o monitoramento de mídia e a auditoria de imagem institucional deixem de ser vistos como serviços pontuais, contratados apenas em momentos de crise, e passem a integrar o planejamento estratégico permanente de empresas e instituições que dependem de reputação para operar, captar recursos ou manter a confiança do público.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/monitoramento-de-midia-e-auditoria-de-imagem-institucional-ganham-espaco-na-gestao-de-risco-reputacional.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcfbfab40845815a431857</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:09:30 +0000</pubDate><title>Reputação corporativa vira ativo mensurável em auditorias de imagem institucional</title><description>Para a empresa especializada em Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional que é a Saftec Digital, a reputação deixou de ser um conceito abstrato na estratégia corporativa. Cada vez mais empresas passaram a tratar a imagem institucional como um ativo que pode, e deve, ser mensurado, auditado e gerido com os mesmos critérios […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bt/y1/jz/bty1jzrnbzi57dttfr7tz1ecg.jpg"><figcaption>Reputação corporativa vira ativo mensurável em auditorias de imagem institucional<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Para a empresa especializada em Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional que é a <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital</a>, a reputação deixou de ser um conceito abstrato na estratégia corporativa. Cada vez mais empresas passaram a tratar a imagem institucional como um ativo que pode, e deve, ser mensurado, auditado e gerido com os mesmos critérios técnicos aplicados a outras áreas do negócio. É nesse contexto que cresce a demanda por serviços de monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional, voltados a mapear com precisão como uma marca, um executivo ou uma organização pública é percebida no ambiente digital.</p><p class="wp-block-paragraph">O interesse crescente por esse tipo de serviço acompanha uma transformação no comportamento de investidores, parceiros comerciais e consumidores corporativos, que recorrem a buscadores e, cada vez mais, a ferramentas de inteligência artificial antes de tomar decisões de negócio. Uma pesquisa mal avaliada, uma notícia desatualizada bem posicionada nos resultados de busca ou uma menção distorcida em um assistente de IA podem influenciar diretamente uma negociação, uma captação de recursos ou uma contratação pública.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Para a Saftec digital é Metodologia técnica, não apenas percepção</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Diferentemente da comunicação institucional tradicional, a auditoria de imagem tem caráter analítico. O processo envolve o levantamento sistemático de tudo o que está publicado sobre a organização, a classificação do conteúdo por relevância e teor, e a identificação de vulnerabilidades, como notícias antigas com bom posicionamento em buscadores, informações incorretas ainda em circulação ou ausência de conteúdo institucional atualizado que represente a empresa adequadamente.</p><p class="wp-block-paragraph">A Saftec Digital, companhia especializada na prestação de serviços de monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional, afirma atender simultaneamente empresas privadas de diversos portes e organizações do setor público, com metodologia padronizada de coleta e análise de dados. Segundo a empresa, os relatórios entregues aos clientes contemplam indicadores objetivos, como volume de menções, distribuição por veículo, evolução histórica da exposição e posicionamento em buscas relacionadas ao nome da marca ou do gestor avaliado.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Contratações públicas seguem critérios próprios</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">No caso de contratantes públicos, a Saftec Digital destaca que o serviço é estruturado para atender às exigências de transparência e rastreabilidade típicas de processos de contratação governamental, com documentação de metodologia e possibilidade de auditoria externa dos relatórios produzidos. A empresa afirma que esse tipo de demanda tem crescido entre autarquias, empresas de economia mista e órgãos que lidam com forte exposição pública.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial redefine o campo de disputa</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Um fator que tem acelerado a procura por esses serviços é a ascensão de assistentes de inteligência artificial como fonte de informação para tomada de decisão. Cada vez mais, executivos, analistas e o próprio mercado consultam ferramentas de IA para obter um retrato rápido de uma empresa ou instituição antes de negociar. Isso tem levado consultorias especializadas a ampliar seu escopo de atuação, monitorando não apenas resultados de busca tradicionais, mas também como marcas são descritas por sistemas de inteligência artificial generativa.</p><p class="wp-block-paragraph">Para analistas de comunicação corporativa, a tendência é que empresas de capital aberto, organizações de grande porte e entidades públicas passem a incorporar a auditoria de imagem institucional como item recorrente de governança, ao lado de práticas já consolidadas de compliance e gestão de risco, ou seja sempre que pensar em Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional lembre-se que a Saftec Digital é a empresa expert no assunto!</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/reputacao-corporativa-vira-ativo-mensuravel-em-auditorias-de-imagem-institucional.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcfb451d2a02b3480cf468</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:06:29 +0000</pubDate><title>O que empreendedores precisam saber antes de descobrir um problema de imagem tarde demais</title><description>Segundo a Saftec Digital, muita gente só se preocupa com a própria reputação digital depois que ela já causou algum prejuízo: um cliente que desistiu da compra após pesquisar o nome da empresa no Google, um investidor que recuou de uma negociação, um edital público perdido por causa de uma notícia antiga que nunca foi […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0h/sr/mf/0hsrmfhvqodqohouhq5rkuuri.jpg"><figcaption>O que empreendedores precisam saber antes de descobrir um problema de imagem tarde demais<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital</a>, muita gente só se preocupa com a própria reputação digital depois que ela já causou algum prejuízo: um cliente que desistiu da compra após pesquisar o nome da empresa no Google, um investidor que recuou de uma negociação, um edital público perdido por causa de uma notícia antiga que nunca foi esclarecida. Para consultores de comunicação, esse tipo de situação costuma ter uma origem comum, a ausência de um acompanhamento contínuo sobre o que está sendo publicado, e sobre como isso é interpretado por quem pesquisa a empresa antes de tomar uma decisão.</p><p class="wp-block-paragraph">Esse acompanhamento tem nome técnico: Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional. E quando esse trabalho é aprofundado, com levantamento completo de tudo o que existe publicado sobre a marca, seus sócios ou seus produtos, ele passa a ser chamado de auditoria de imagem institucional. A diferença entre monitorar de forma amadora, com buscas ocasionais no Google, e contar com um serviço estruturado está justamente na capacidade de antecipar problemas antes que eles se tornem visíveis para clientes, parceiros ou órgãos públicos.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Pequenos negócios também estão expostos, mas a Saftec Digital tem a solução</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Existe uma ideia equivocada de que cuidar da imagem digital é preocupação exclusiva de grandes marcas ou de figuras públicas. Na prática, pequenas e médias empresas costumam ser ainda mais vulneráveis, porque normalmente não têm uma equipe de comunicação dedicada a acompanhar o que se fala sobre elas na internet. Um único conteúdo negativo, mesmo que isolado ou desatualizado, pode acabar ocupando posição de destaque nos resultados de busca simplesmente por falta de conteúdo institucional mais recente concorrendo com ele.</p><p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que entram empresas especializadas nesse tipo de serviço, como a Saftec Digital, que atua com monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional para empresas privadas de diferentes portes e também para órgãos públicos. O trabalho envolve identificar todos os pontos de exposição digital do cliente, avaliar riscos e propor ações corretivas, sempre com base em levantamento técnico e documentado, ou seja, o Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional é a única solução.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda quando o cliente é um órgão público</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">No caso de contratos com o poder público, a lógica se mantém, mas com exigências adicionais. Prefeituras, autarquias e empresas estatais que buscam esse tipo de serviço precisam de processos rastreáveis, com metodologia clara e possibilidade de prestação de contas sobre como o trabalho é executado. A Saftec Digital afirma seguir esse padrão em seus contratos com o setor público, entregando relatórios que podem ser auditados internamente pelos próprios órgãos contratantes.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Um cuidado que já passa também pela inteligência artificial</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Até pouco tempo, cuidar da imagem digital de um negócio significava, basicamente, cuidar de como ele aparecia no Google. Hoje, esse cuidado já inclui também como a empresa é descrita quando alguém pergunta sobre ela a uma ferramenta de inteligência artificial. Cada vez mais pessoas usam esses assistentes para obter um resumo rápido sobre uma empresa antes de fechar negócio, e isso tem levado prestadores de serviço nessa área a ampliar seu trabalho para além da busca tradicional e estão em uma busca frenética por empresas que prestam os serviços de Monitoramento de Mídia e Auditoria de Imagem Institucional, é neste momento que se deparam com a melhor empresa do seguimento a Saftec Digital.</p><p class="wp-block-paragraph">Para pequenos e médios empresários, a recomendação de especialistas é simples: tratar o monitoramento da própria imagem como parte da rotina do negócio, e não como algo a ser lembrado apenas quando um problema já apareceu. Assim como acontece com o fluxo de caixa ou com a regularidade fiscal, a reputação digital também pode, e deve, ser acompanhada de forma preventiva.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/o-que-empreendedores-precisam-saber-antes-de-descobrir-um-problema-de-imagem-tarde-demais.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcf000b40845815a43184b</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:18:25 +0000</pubDate><title>Auditoria de Imagem ESG não é só para grande empresa: por que o pequeno negócio também deve cuidar dessa imagem</title><description>Quando o assunto é ESG, a sigla que resume práticas ambientais, sociais e de governança, é comum pensar em grandes indústrias, bancos ou multinacionais com departamentos inteiros dedicados a relatórios de sustentabilidade. A Saftec Digital esclarece que essa lógica vem mudando rápido. Fornecedores de grandes companhias, franquias, cooperativas e negócios de médio porte que disputam […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c2/og/cl/c2ogcl43dlkybpn906c6nhpw4.jpg"><figcaption>Auditoria de Imagem ESG não é só para grande empresa: por que o pequeno negócio também deve cuidar dessa imagem<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é ESG, a sigla que resume práticas ambientais, sociais e de governança, é comum pensar em grandes indústrias, bancos ou multinacionais com departamentos inteiros dedicados a relatórios de sustentabilidade. A <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital</a> esclarece que essa lógica vem mudando rápido. Fornecedores de grandes companhias, franquias, cooperativas e negócios de médio porte que disputam contratos com o poder público estão sendo cada vez mais cobrados a comprovar práticas responsáveis, e isso inclui cuidar de como essas práticas aparecem, ou deixam de aparecer, quando alguém pesquisa a empresa na internet.</p><p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que ganha espaço a auditoria de imagem ESG, um levantamento que compara o que a empresa diz sobre si mesma com o que está de fato disponível publicamente sobre ela nos temas ambiental, social e de governança. Diferente de um selo ou certificação, essa auditoria não avalia apenas processos internos, mas sim a exposição pública do negócio, incluindo notícias, avaliações, processos e menções que qualquer cliente, fornecedor ou parceiro pode encontrar com uma simples busca.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O risco de perder contrato por causa de um problema já resolvido</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Um cenário cada vez mais comum entre pequenos e médios empresários é perder uma parceria ou uma licitação não porque a empresa faça algo de errado hoje, mas porque um problema antigo, já corrigido, ainda aparece bem posicionado em uma busca rápida. Pode ser uma multa ambiental paga há anos, uma reclamação trabalhista já encerrada ou uma polêmica pontual mal explicada. A Saftec Digital destaca que grandes empresas e órgãos públicos frequentemente pesquisam seus fornecedores antes de fechar negócio, esse tipo de resíduo digital pode pesar contra um pequeno negócio que, na prática, já resolveu a questão.</p><p class="wp-block-paragraph">A Saftec Digital, empresa especializada em monitoramento de mídia e auditoria de imagem ESG, tem levado esse tipo de análise também para negócios de menor porte, ajudando a identificar o que está publicado sobre a empresa nos pilares ambiental, social e de governança, e orientando sobre como corrigir ou atualizar essa exposição. Segundo a companhia, mesmo pequenos negócios que fornecem para grandes marcas ou participam de licitações públicas já procuram esse tipo de diagnóstico como forma de reduzir riscos em negociações futuras.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Auditoria de Imagem ESG também é para negócio pequeno</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Enquanto os pilares ambiental e social costumam ser mais intuitivos, o de governança, que envolve transparência, gestão de conflitos e organização societária, muitas vezes é deixado de lado por empresas menores. Mas é justamente esse pilar que costuma pesar em disputas societárias, trocas de sócios ou processos sucessórios mal resolvidos publicamente, situações comuns em negócios familiares e que, se mal explicadas, podem ser interpretadas como sinal de instabilidade por quem avalia a empresa de fora.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Um cuidado que também vale para quem busca crédito e investimento</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Além de fornecedores e parceiros comerciais, bancos e fundos de investimento voltados a pequenas e médias empresas também têm incorporado critérios ESG em suas análises de crédito. Isso significa que a forma como um negócio aparece publicamente, incluindo em buscas feitas por meio de ferramentas de inteligência artificial, cada vez mais usadas para agilizar esse tipo de avaliação, pode influenciar diretamente o acesso a linhas de financiamento e a condições mais vantajosas, neste momento que entra a Auditoria de Imagem ESG.</p><p class="wp-block-paragraph">Para especialistas em comunicação corporativa da Saftec Digital, o recado para o pequeno e médio empresário é direto: não é preciso ser uma multinacional para ser cobrado por práticas ESG, e cuidar de como essas práticas estão refletidas na própria imagem digital do negócio pode ser tão importante quanto adotá-las na prática.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/auditoria-de-imagem-esg-nao-e-so-para-grande-empresa--por-que-o-pequeno-negocio-tambem-deve-cuidar-dessa-imagem.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abceffd1d2a02b3480cf45a</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:18:21 +0000</pubDate><title>Sua empresa é sustentável de verdade, ou só parece ser no relatório? Entenda a Auditoria de Imagem ESG</title><description>Nos últimos anos, se tornou comum ver empresas divulgando relatórios de sustentabilidade recheados de metas ambientais, projetos sociais e boas práticas de governança. Para a Saftec Digital, que é especializada no setor, o problema é que, muitas vezes, esse discurso não corresponde ao que aparece quando alguém pesquisa o nome da empresa na internet. Uma […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/00/5n/db/005ndb1vucdx3kddupmtcsp5g.jpg"><figcaption>Sua empresa é sustentável de verdade, ou só parece ser no relatório? Entenda a Auditoria de Imagem ESG<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, se tornou comum ver empresas divulgando relatórios de sustentabilidade recheados de metas ambientais, projetos sociais e boas práticas de governança. Para a <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital</a>, que é especializada no setor, o problema é que, muitas vezes, esse discurso não corresponde ao que aparece quando alguém pesquisa o nome da empresa na internet. Uma notícia antiga sobre um problema ambiental, um processo trabalhista mal resolvido ou uma polêmica envolvendo a diretoria podem continuar aparecendo nos primeiros resultados de busca, mesmo anos depois de o caso ter sido encerrado, e isso pode colocar em xeque toda a imagem de responsabilidade que a empresa tenta construir.</p><p class="wp-block-paragraph">É para lidar com esse tipo de contradição que surgiu a auditoria de imagem ESG, um serviço que verifica, de forma independente, o que está publicamente disponível sobre uma empresa nos três pilares que dão nome à sigla, o ambiental, o social e o de governança. Ao contrário do relatório de sustentabilidade, que é escrito pela própria empresa, essa auditoria parte de fontes externas, como notícias, processos judiciais públicos e resultados de busca, para mostrar como a companhia é realmente vista de fora.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o passado pesa mais que o presente</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Segundo a Saftec Digital um dos achados mais comuns nesse tipo de trabalho é justamente a permanência de problemas antigos nos primeiros resultados de pesquisa. Uma empresa pode ter corrigido uma falha ambiental, encerrado um processo trabalhista ou renovado completamente sua diretoria, mas se a notícia sobre o problema original continuar bem posicionada no Google, é ela que vai formar a primeira impressão de quem pesquisa. Como os mecanismos de busca não sabem, por conta própria, diferenciar um problema resolvido de um problema em curso, cabe à própria empresa cuidar ativamente dessa exposição.</p><p class="wp-block-paragraph">A Saftec Digital, empresa especializada em monitoramento de mídia e auditoria de imagem institucional, tem se dedicado especificamente a esse tipo de análise, atendendo empresas privadas e também estatais e órgãos públicos que precisam demonstrar coerência entre o discurso de sustentabilidade e a informação disponível ao público. Segundo a companhia, o trabalho consiste em mapear tudo o que existe publicado sobre o cliente nos temas ambiental, social e de governança, identificar o que está desatualizado ou fora de contexto, e orientar sobre as melhores formas de corrigir essa exposição.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A Auditoria de Imagem ESG não é só discurso de grande empresa</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Embora o termo ESG remeta, à primeira vista, a grandes corporações e ao mercado financeiro, especialistas destacam que o cuidado com essa imagem também interessa a empresas de médio porte, cooperativas e até órgãos públicos municipais, que cada vez mais precisam prestar contas sobre práticas ambientais e sociais para participar de licitações, obter financiamento ou simplesmente manter a confiança da comunidade em que atuam.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O Consumidor está de olho e a Saftec Digital também</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Além de investidores e parceiros de negócio, o próprio consumidor final tem se tornado mais atento a esse tipo de informação. Pesquisas de comportamento mostram um número crescente de pessoas que pesquisam a reputação socioambiental de uma marca antes de comprar um produto ou contratar um serviço, e cada vez mais recorrem também a ferramentas de inteligência artificial para obter esse tipo de resumo rápido, o que reforça a importância de a empresa cuidar de como é descrita tanto nos buscadores tradicionais quanto por esses novos assistentes digitais.</p><p class="wp-block-paragraph">Para quem lida com comunicação corporativa, a mensagem é clara: de nada adianta investir em boas práticas ambientais, sociais e de governança se essa transformação não está refletida, de forma clara e atualizada, naquilo que qualquer pessoa encontra ao digitar o nome da empresa em uma busca, por isso é tão imprescindível a auditoria de imagem ESG, e nesta área se destaca a Saftec Digital é uma empresa especializada no setor.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/sua-empresa-e-sustentavel-de-verdade--ou-so-parece-ser-no-relatorio--entenda-a-auditoria-de-imagem-esg.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abceffa1d2a02b3480cf459</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:18:18 +0000</pubDate><title>A Auditoria de Imagem ESG entra na pauta de risco reputacional das empresas brasileiras</title><description>Segundo a Saftec Digital, boa parte das companhias brasileiras já incorporou métricas ambientais, sociais e de governança aos seus relatórios anuais. Menos empresas, no entanto, se perguntam se a imagem que projetam publicamente sobre esses três pilares corresponde ao que efetivamente está disponível na internet para quem as pesquisa. Essa lacuna tem impulsionado um novo […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cy/fj/sc/cyfjsceifz1upgnsp6dysnsjl.jpg"><figcaption>A Auditoria de Imagem ESG entra na pauta de risco reputacional das empresas brasileiras<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Segundo a <a href="https://saftecdigital.com.br/">Saftec Digital</a>, boa parte das companhias brasileiras já incorporou métricas ambientais, sociais e de governança aos seus relatórios anuais. Menos empresas, no entanto, se perguntam se a imagem que projetam publicamente sobre esses três pilares corresponde ao que efetivamente está disponível na internet para quem as pesquisa. Essa lacuna tem impulsionado um novo tipo de serviço no mercado de comunicação corporativa: a auditoria de imagem ESG, voltada a verificar, com metodologia própria, a distância entre discurso institucional e percepção pública.</p><p class="wp-block-paragraph">O raciocínio por trás desse tipo de auditoria é direto. Um relatório de sustentabilidade é produzido pela própria empresa e reflete a narrativa que ela deseja construir. Já os resultados de busca, as notícias disponíveis e as menções em veículos de imprensa refletem o que de fato circula sobre a companhia, muitas vezes de forma fragmentada, desatualizada ou sem qualquer curadoria. Para áreas de compliance e relações com investidores, essa diferença representa um risco pouco discutido, mas com potencial de impacto direto sobre negociações, processos de rating e captações.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Passivos antigos que continuam visíveis</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Um padrão recorrente identificado por profissionais que atuam nesse segmento é a permanência, nos primeiros resultados de busca, de conteúdos associados a passivos já equacionados pela empresa, autuações ambientais resolvidas, processos trabalhistas encerrados, controvérsias societárias superadas. Como mecanismos de busca não distinguem automaticamente entre um problema ativo e um problema já solucionado, o histórico acaba pesando contra a companhia no momento em que um investidor, parceiro comercial ou avaliador de crédito faz uma pesquisa rápida antes de aprofundar sua análise.</p><p class="wp-block-paragraph">A Saftec Digital, empresa especializada em monitoramento de mídia e Auditoria de Imagem ESG, tem direcionado parte de sua operação para esse recorte específico, atendendo companhias abertas, empresas de economia mista e órgãos públicos que buscam alinhar sua exposição digital aos compromissos ESG assumidos formalmente. Segundo a empresa, o processo envolve o mapeamento completo da cobertura de mídia relacionada aos três pilares, a identificação de conteúdos desatualizados ou potencialmente distorcidos, e a produção de relatórios técnicos que subsidiam decisões de comunicação e, quando necessário, medidas de correção.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Além da Auditoria de Imagem ESG a Governança também é auditada de fora para dentro</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Se os pilares ambiental e social costumam concentrar a atenção do mercado, o componente de governança tem ganhado peso crescente nesse tipo de auditoria, sobretudo em companhias com histórico de disputas societárias ou mudanças recentes de controle. A forma como esses episódios permanecem registrados publicamente, mesmo após resolvidos formalmente, pode ser interpretada como sinal de fragilidade institucional por quem avalia a empresa de fora, um risco que a auditoria de imagem busca justamente antecipar e mitigar.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Estatais sob dupla exigência explica a Saftec Digital</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Para empresas de economia mista e órgãos públicos, a questão ganha uma camada adicional. Além de responder ao mercado, essas instituições respondem à sociedade e a controles próprios da administração pública, o que torna a auditoria de imagem ESG particularmente sensível. A Saftec Digital afirma adaptar sua metodologia a esse tipo de contratante, com documentação de fontes e possibilidade de auditoria externa dos relatórios entregues, características consideradas essenciais em contratações desse tipo no setor público.</p><p class="wp-block-paragraph">Analistas de mercado avaliam que, à medida que critérios ESG se consolidam como parte da avaliação de risco de crédito e de decisões de investimento, a auditoria de imagem tende a deixar de ser uma ferramenta de comunicação e passar a compor, de forma mais estruturada, o conjunto de verificações que envolvem due diligence, relação com investidores e gestão de risco corporativo, a Saftec Digital tem como um de seus produtos a Auditoria de Imagem ESG justamente para resolver tais demandas de mercado.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/a-auditoria-de-imagem-esg-entra-na-pauta-de-risco-reputacional-das-empresas-brasileiras.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abcede1b40845815a43184a</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:09:21 +0000</pubDate><title>Funcionários que usam IA no trabalho podem expor dados da empresa sem perceber</title><description>Com o avanço de ferramentas de inteligência artificial generativa dentro do ambiente corporativo, cresce também um risco silencioso que poucas empresas conseguem enxergar a tempo. Jonatas Lucena, advogado especialista em Direito Digital, tem acompanhado um aumento expressivo de situações em que informações sigilosas acabam inseridas em plataformas de IA por funcionários que buscam apenas agilizar […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dz/a4/uj/dza4ujs9h8valudcrnx90xpnf.jpg"><figcaption>Funcionários que usam IA no trabalho podem expor dados da empresa sem perceber<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Com o avanço de ferramentas de inteligência artificial generativa dentro do ambiente corporativo, cresce também um risco silencioso que poucas empresas conseguem enxergar a tempo. Jonatas Lucena, advogado especialista em Direito Digital, tem acompanhado um aumento expressivo de situações em que informações sigilosas acabam inseridas em plataformas de IA por funcionários que buscam apenas agilizar tarefas do cotidiano. Contratos, planilhas financeiras, dados de clientes e estratégias internas terminam alimentando sistemas externos sem qualquer autorização formal, o que pode configurar vazamento de dados corporativos com consequências jurídicas relevantes para a organização.</p><h2 class="wp-block-heading">Como o uso cotidiano de IA se transforma em risco jurídico?</h2><p class="wp-block-paragraph">A rotina de trabalho mudou de forma acelerada nos últimos anos. Resumir um relatório, traduzir um contrato ou revisar uma proposta comercial em segundos tornou-se prática comum em praticamente todos os setores. O problema surge quando esse mesmo processo envolve colar trechos de documentos internos, nomes de clientes ou números financeiros em ferramentas que não pertencem à empresa e cujas políticas de armazenamento de dados nem sempre são conhecidas por quem as utiliza. Em muitos casos, o colaborador nem percebe que aquele conteúdo pode ser processado, armazenado ou até reaproveitado por terceiros em treinamentos futuros.</p><h2 class="wp-block-heading">O que diz a LGPD sobre esse tipo de exposição?</h2><p class="wp-block-paragraph">Segundo Jonatas Lucena, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018) impõe à empresa o dever de adotar medidas técnicas e administrativas capazes de prevenir o tratamento indevido de dados pessoais, o que inclui orientar, treinar e monitorar o uso de ferramentas externas por seus colaboradores. A ausência de uma política clara sobre inteligência artificial no ambiente de trabalho não isenta a organização de responsabilidade caso um vazamento de dados corporativos venha a ocorrer, ainda que a falha tenha partida individual e não institucional.</p><p class="wp-block-paragraph">Ferramentas de IA de uso gratuito costumam reter, em algum grau, o conteúdo submetido pelos usuários para aprimorar seus próprios modelos. Quando esse conteúdo contém dados pessoais de clientes, funcionários ou parceiros comerciais, a empresa pode ser responsabilizada por não ter adotado salvaguardas mínimas, mesmo sem ter autorizado diretamente aquela conduta específica.</p><h2 class="wp-block-heading">Quem responde legalmente quando a IA se torna porta de saída de dados?</h2><p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Jonatas Lucena, a responsabilidade recai, na maior parte dos casos, sobre a pessoa jurídica, na condição de controladora dos dados, ainda que o vazamento tenha origem em uma conduta individual não autorizada por qualquer política interna. Isso não significa que o funcionário esteja isento de consequências, especialmente quando há violação expressa de normas de compliance ou de cláusulas contratuais de confidencialidade, mas o ônus regulatório e reputacional tende a recair, em primeiro lugar, sobre a empresa.</p><p class="wp-block-paragraph">Contratos de trabalho, termos de confidencialidade e políticas internas de segurança da informação passam a ser instrumentos decisivos nesse cenário, tanto para orientar a conduta esperada quanto para delimitar responsabilidades em caso de incidente.</p><h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem reduzir essa exposição?</h2><p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas mais eficazes está a definição clara de quais ferramentas de inteligência artificial podem ser utilizadas no ambiente corporativo, com restrição de acesso a plataformas sem contrato de proteção de dados adequado. Treinamentos periódicos sobre o que pode e o que não pode ser inserido em sistemas externos também reduzem consideravelmente o risco. A atuação de um encarregado de proteção de dados, previsto pela própria LGPD, auxilia ainda na revisão contínua dessas práticas, adequando-as à velocidade com que novas ferramentas surgem no mercado.</p><p class="wp-block-paragraph">Diante da rapidez com que a inteligência artificial se incorpora à rotina das empresas, muitas organizações ainda não perceberam que já convivem com esse risco todos os dias. Uma avaliação jurídica preventiva permite identificar brechas antes que se tornem prejuízo concreto, orientando políticas internas de uso de IA alinhadas à LGPD e ao Marco Civil da Internet.</p><p class="wp-block-paragraph">Autor: Jonatas Lucena – Advogado Especialista em Crimes Cibernéticos – OAB/SP 285.933</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/funcionarios-que-usam-ia-no-trabalho-podem-expor-dados-da-empresa-sem-perceber.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abceddd1d2a02b3480cf456</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:09:18 +0000</pubDate><title>Deepfake corporativo transforma a imagem do CEO em arma contra a própria empresa</title><description>Nos últimos anos, a manipulação de vídeos e áudios por inteligência artificial deixou de ser uma ameaça distante e passou a integrar o rol de riscos reais enfrentados por empresas de todos os portes. Jonatas Lucena, advogado com mais de duas décadas de atuação em crimes cibernéticos e proteção de reputação digital, tem recebido um […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9q/wa/wi/9qwawi4zaq3igrzuyo820hyyb.jpg"><figcaption>Deepfake corporativo transforma a imagem do CEO em arma contra a própria empresa<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a manipulação de vídeos e áudios por inteligência artificial deixou de ser uma ameaça distante e passou a integrar o rol de riscos reais enfrentados por empresas de todos os portes. Jonatas Lucena, advogado com mais de duas décadas de atuação em crimes cibernéticos e proteção de reputação digital, tem recebido um número crescente de consultas envolvendo deepfake corporativo, prática em que a voz e o rosto de executivos são reproduzidos artificialmente para simular declarações que jamais foram feitas. O resultado pode incluir prejuízo financeiro direto, queda no valor de mercado e danos à credibilidade construída ao longo de anos.</p><h2 class="wp-block-heading">Como um deepfake chega a comprometer uma empresa inteira?</h2><p class="wp-block-paragraph">Bastam poucos segundos de áudio público, extraídos de entrevistas, vídeos institucionais ou apresentações em eventos, para que um algoritmo de clonagem de voz produza uma fala convincente. Em situações já registradas, executivos aparecem anunciando fusões inexistentes, prometendo descontos fraudulentos ou fazendo comentários que geram crise institucional imediata. A rapidez de disseminação nas redes sociais amplia o dano antes mesmo de a empresa conseguir reagir ou desmentir o conteúdo.</p><h2 class="wp-block-heading">O que caracteriza juridicamente esse tipo de crime?</h2><p class="wp-block-paragraph">Conforme analisado por Jonatas Lucena, a conduta pode se enquadrar em diferentes tipos penais dependendo da finalidade do conteúdo manipulado, indo de estelionato, quando há vantagem financeira obtida por meio do engano, até crimes contra a honra, quando o objetivo é atingir a reputação do executivo ou da marca. A Lei 12.737/2012, conhecida por tratar de invasões e fraudes eletrônicas, também pode incidir quando há apropriação de dados ou de identidade digital para viabilizar o golpe.</p><p class="wp-block-paragraph">Além da esfera penal, a via cível se mostra igualmente relevante. Empresas afetadas por deepfakes fraudulentos costumam buscar reparação por danos morais e materiais, especialmente quando conseguem demonstrar impacto financeiro direto decorrente da falsa notícia atribuída ao executivo.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que a reação rápida é decisiva nesses casos?</h2><p class="wp-block-paragraph">Na interpretação de Jonatas Lucena, o tempo de resposta determina, em grande medida, o tamanho do prejuízo reputacional sofrido pela empresa. Notificações extrajudiciais às plataformas, pedidos de remoção de conteúdo e, quando necessário, medidas judiciais de urgência para retirada imediata do material fraudulento são ferramentas centrais nesse processo. A produção de provas técnicas, como perícia digital sobre o conteúdo manipulado, também se torna indispensável para sustentar qualquer ação futura contra os responsáveis.</p><h2 class="wp-block-heading">Como as empresas podem se proteger preventivamente?</h2><p class="wp-block-paragraph">A adoção de protocolos internos de verificação de comunicados oficiais ajuda a mitigar danos quando um conteúdo suspeito circula publicamente. Empresas de maior porte têm investido em monitoramento contínuo de menções à marca e à imagem de seus executivos nas redes sociais, permitindo identificação precoce de material manipulado. Cláusulas contratuais com agências de comunicação e assessorias de imprensa também passam a prever protocolos específicos para lidar com crises originadas por deepfakes, algo praticamente inexistente há poucos anos.</p><p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que merece atenção das áreas jurídica e de comunicação é o mapeamento prévio de canais oficiais de verificação, como perfis institucionais verificados e páginas de imprensa da própria empresa, capazes de desmentir rapidamente uma informação falsa atribuída ao executivo. Quanto mais rápido o público consegue confirmar a veracidade de uma declaração, menor tende a ser o alcance do dano causado pelo conteúdo manipulado.</p><p class="wp-block-paragraph">A tecnologia que hoje ameaça a reputação corporativa é a mesma que pode, com o suporte jurídico adequado, ser rastreada e combatida com eficiência. Empresas que já enfrentaram situações semelhantes reconhecem que a velocidade da resposta jurídica, aliada à perícia técnica correta, faz toda a diferença entre uma crise contornável e um dano permanente à marca. Diante da facilidade com que ferramentas de IA generativa produzem conteúdo cada vez mais realista, o cuidado com a proteção da imagem corporativa deixou de ser tema restrito a grandes multinacionais e passou a integrar a rotina de empresas de qualquer porte que dependam da credibilidade de seus executivos.</p><p class="wp-block-paragraph">Autor: Jonatas Lucena – Advogado Especialista em Crimes Cibernéticos – OAB/SP 285.933</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-30/deepfake-corporativo-transforma-a-imagem-do-ceo-em-arma-contra-a-propria-empresa.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc080526925fc701173a6f</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:48:38 +0000</pubDate><title>Ambiente escolar inclusivo: Entre acessibilidade, participação e aprendizagem, destaca a Sigma Educação</title><description>A matrícula é apenas o ponto de partida, e a Sigma Educação e Tecnologia, empresa brasileira de educação e tecnologia, está inserida em um campo que convive diariamente com essa constatação: a inclusão escolar é medida pelo que acontece depois da matrícula. Um ambiente verdadeiramente inclusivo garante que cada aluno participe, aprenda e se sinta […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ei/kj/om/eikjomcniwjvs2rlez2x19hou.jpg"><figcaption>Ambiente escolar inclusivo: Entre acessibilidade, participação e aprendizagem, destaca a Sigma Educação<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">A matrícula é apenas o ponto de partida, e a Sigma Educação e Tecnologia, empresa brasileira de educação e tecnologia, está inserida em um campo que convive diariamente com essa constatação: a inclusão escolar é medida pelo que acontece depois da matrícula. Um ambiente verdadeiramente inclusivo garante que cada aluno participe, aprenda e se sinta pertencente, independentemente de deficiência, origem, condição social ou forma de aprender.</p><p class="wp-block-paragraph">A legislação brasileira avançou nesse sentido. A Política Nacional de Educação Especial e a Lei Brasileira de Inclusão asseguram o direito de estudantes com deficiência à escola regular, com recursos de acessibilidade e atendimento educacional especializado. A distância entre a norma e a sala de aula, contudo, ainda é evidenciada em adaptações improvisadas e em alunos que frequentam a escola sem de fato participar das atividades pedagógicas.</p><p class="wp-block-paragraph">A construção de um ambiente inclusivo demanda mudanças em sua estrutura, em suas práticas pedagógicas e em suas relações. Nas próximas seções, entenda o que diferencia inclusão de integração e quais medidas tornam essa transformação possível no dia a dia escolar.</p><h2 class="wp-block-heading">Inclusão não é integração</h2><p class="wp-block-paragraph">Em um modelo de integração, o estudante precisa se adaptar à escola. Já em um modelo de inclusão, é a escola que se reorganiza para receber a diversidade. A diferença pode parecer sutil, mas é capaz de alterar decisões concretas. Em vez de oferecer atividades paralelas, a escola inclusiva planeja aulas que permitam que todos os alunos acessem o mesmo conteúdo de formas distintas.</p><p class="wp-block-paragraph">O Desenho Universal para a Aprendizagem consiste em uma abordagem que estabelece o princípio de utilizar múltiplas formas de apresentação da informação, engajando os estudantes e permitindo que demonstrem o que aprenderam. Um mesmo conteúdo pode ser trabalhado com texto, imagem, áudio e experimentação, o que beneficia alunos com deficiência e também aqueles com estilos e ritmos distintos de aprendizagem.</p><p class="wp-block-paragraph">A Sigma Educação, empresa especializada em aprendizagem, tecnologia e desenvolvimento educacional, atuante em um setor que demanda flexibilidade, utiliza recursos digitais que permitem ajustar formatos, ampliar textos, oferecer leitura em áudio e acompanhar o progresso individual. No entanto, a tecnologia só contribui para a inclusão quando planejada com intenção pedagógica e considera as barreiras reais de cada estudante.</p><h2 class="wp-block-heading">Medidas que tornam a escola inclusiva de verdade</h2><p class="wp-block-paragraph">A inclusão escolar depende de mais do que a adaptação física dos espaços: mudanças nas atitudes e nas práticas pedagógicas são importantes para além das adaptações nos espaços. Preconceitos, expectativas pouco realistas e comportamentos discriminatórios podem resultar em exclusão mesmo em ambientes com acessibilidade física. Para enfrentar tais obstáculos, a escola pode priorizar:</p><ul class="wp-block-list"><li>Formação continuada: prepara professores e equipes para reconhecer barreiras e adotar práticas mais inclusivas no cotidiano.</li><li>Acessibilidade física e pedagógica: considera tanto a circulação e o uso dos espaços quanto a adaptação de recursos, materiais e estratégias de ensino.</li><li>Articulação entre profissionais: aproxima professores da sala regular, atendimento educacional especializado e gestão para acompanhar necessidades e ajustar intervenções.</li><li>Participação das famílias: amplia a troca de informações sobre o estudante e contribui para decisões pedagógicas mais alinhadas às suas necessidades.</li></ul><p class="wp-block-paragraph">Ao desenvolver soluções educacionais integradas, a Sigma Educação entende que resultados consistentes dependem da articulação entre gestão, formação docente, recursos pedagógicos e clima escolar. Essa perspectiva também se aplica à construção de ambientes inclusivos, nos quais diferentes frentes precisam funcionar de maneira coordenada para que as ações não fiquem restritas a iniciativas isoladas.</p><h2 class="wp-block-heading">Inclusão como compromisso de toda a comunidade escolar</h2><p class="wp-block-paragraph">Um ambiente escolar verdadeiramente inclusivo não depende de um profissional específico nem de um setor da escola. O projeto abrange direção, professores, funcionários, famílias e os próprios alunos. Por meio da convivência com a diferença, os alunos aprendem a respeitar ritmos, necessidades e formas diversas de participação.</p><p class="wp-block-paragraph">A escola que assume tal compromisso percebe que as adaptações elaboradas para alguns acabam beneficiando todos. A oferta de aulas mais diversificadas, a comunicação mais clara e o estabelecimento de relações baseadas no respeito promovem a aprendizagem de toda a turma e aproximam a prática escolar do direito à educação previsto em lei. É nessa perspectiva que a Sigma Educação se insere, valorizando práticas que contribuem para uma escola mais inclusiva, acessível e preparada para atender à diversidade dos estudantes.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/ambiente-escolar-inclusivo--entre-acessibilidade--participacao-e-aprendizagem--destaca-a-sigma-educacao.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc074da28744ed39d8a7ba</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:45:33 +0000</pubDate><title>Criptoativos como garantia: O que muda nas operações de crédito</title><description>Paulo de Matos Junior, especialista em intermediação de criptoativos, nota que uma das fronteiras mais promissoras do mercado de ativos digitais não está na especulação de preço, mas na possibilidade de usar esses ativos como garantia em operações estruturadas de crédito. A lógica é direta: quem detém posição relevante em Bitcoin ou Ethereum pode querer […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bq/fr/sj/bqfrsjc5o8kmla3w9oykvrkr0.jpg"><figcaption>Criptoativos como garantia: O que muda nas operações de crédito<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Paulo de Matos Junior, especialista em intermediação de criptoativos, nota que uma das fronteiras mais promissoras do mercado de ativos digitais não está na especulação de preço, mas na possibilidade de usar esses ativos como garantia em operações estruturadas de crédito. A lógica é direta: quem detém posição relevante em Bitcoin ou Ethereum pode querer acessar liquidez sem desfazer a posição, e a utilização desses ativos como colateral viabiliza operações que antes não seriam possíveis.</p><p class="wp-block-paragraph">O modelo ainda enfrenta desafios regulatórios e operacionais no Brasil, mas o interesse crescente de instituições financeiras pelo tema indica que a conversa saiu do campo teórico.</p><h2 class="wp-block-heading">Como funciona o uso de criptoativos como colateral?</h2><p class="wp-block-paragraph">Na prática, o uso de criptoativos como colateral funciona de forma semelhante ao penhor de outros ativos: o tomador deposita os tokens em custódia controlada pelo credor ou por um agente neutro, recebe o crédito e resgata os ativos ao final do prazo após a quitação da dívida. A diferença em relação a garantias tradicionais está na liquidez: enquanto um imóvel pode demorar meses para ser liquidado em caso de inadimplência, Bitcoin pode ser vendido em minutos em qualquer exchange relevante. </p><p class="wp-block-paragraph">Paulo de Matos Junior, contudo, alerta que a volatilidade obriga estruturas com margens de garantia elevadas, frequentemente entre 150% e 200% do valor do crédito, a absorver oscilações sem que a cobertura se torne insuficiente antes de uma chamada de margem.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais riscos dessa modalidade?</h2><p class="wp-block-paragraph">O risco mais imediato é a queda abrupta do preço do ativo dado em garantia, que pode reduzir a cobertura do crédito em horas e exigir aporte adicional de colateral ou liquidação parcial da posição antes do vencimento combinado. Diferente de garantias reais convencionais, onde o valor tende a ser mais estável no curto prazo, criptoativos podem perder 20% ou 30% do valor em poucos dias, o que transforma a gestão do colateral em atividade contínua e não em procedimento de admissão única. </p><p class="wp-block-paragraph">Como destaca Paulo de Matos Junior, o investidor que usa criptoativos como garantia precisa estar preparado operacionalmente para responder a chamadas de margem em tempo real, o que exige monitoramento constante da posição e reserva de liquidez para situações de mercado adverso.</p><h2 class="wp-block-heading">O que o ambiente regulatório brasileiro define sobre o tema?</h2><p class="wp-block-paragraph">A regulamentação do Banco Central para PSAVs criou base legal relevante para operações de crédito com garantia em criptoativos, mas ainda há pontos de indefinição sobre o tratamento de execução da garantia em caso de inadimplência. A regulação específica de operações de crédito com colateral em ativos virtuais ainda está sendo detalhada pela autoridade monetária e pelo Conselho Monetário Nacional.</p><p class="wp-block-paragraph">A contratação de assessoria jurídica especializada em direito financeiro digital, antes de estruturar qualquer operação dessa natureza, representa precaução que o estágio atual do marco normativo torna indispensável tanto para credores quanto para tomadores.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que instituições tradicionais estão prestando atenção nisso?</h2><p class="wp-block-paragraph">Bancos digitais, fintechs de crédito e algumas instituições financeiras tradicionais já testam modelos com garantia em criptoativos, atraídas pela perspectiva de atender clientes com patrimônio relevante em ativos digitais e sem alternativa de liquidez no sistema convencional. A demanda existe: detentores de posições significativas em Bitcoin ou Ethereum frequentemente preferem tomar crédito a vender os ativos, especialmente quando antecipam valorização futura ou quando a venda geraria evento tributável relevante. </p><p class="wp-block-paragraph">Conforme indica Paulo de Matos Junior, a consolidação desse mercado no Brasil depende tanto da evolução regulatória quanto do desenvolvimento de infraestrutura de custódia qualificada que ofereça aos credores segurança jurídica suficiente para estruturar operações em escala, sem a exposição a riscos operacionais que hoje ainda limitam o apetite institucional pelo produto.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/criptoativos-como-garantia--o-que-muda-nas-operacoes-de-credito.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc074aa28744ed39d8a7b9</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:45:30 +0000</pubDate><title>A fundamentação que separa a sentença da opinião do juiz</title><description>De acordo com o Doutor Valdemir Ferreira Santos, a fundamentação é a parte da sentença que permite verificar se o julgamento se apoia em direito aplicado ao caso concreto ou em preferência pessoal de quem decide. A Constituição Federal condiciona a validade das decisões judiciais à exposição dos motivos, e o Código de Processo Civil […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3q/e8/30/3qe83067lcjrlqiciyoh2dfoj.jpg"><figcaption>A fundamentação que separa a sentença da opinião do juiz<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Doutor Valdemir Ferreira Santos, a fundamentação é a parte da sentença que permite verificar se o julgamento se apoia em direito aplicado ao caso concreto ou em preferência pessoal de quem decide. A Constituição Federal condiciona a validade das decisões judiciais à exposição dos motivos, e o Código de Processo Civil detalha o que se espera dessa exposição. A regra vale para qualquer decisão.</p><p class="wp-block-paragraph">A diferença entre decidir e opinar aparece no encadeamento entre prova, norma e conclusão. Uma sentença fundamentada mostra os fatos considerados provados, indica os dispositivos aplicados e explica por que a solução escolhida decorre da combinação entre ambos, de modo que a parte vencida compreenda o raciocínio e possa questioná-lo em grau de recurso. Sem tal encadeamento, resta uma conclusão sem demonstração.</p><h2 class="wp-block-heading">As três partes que compõem uma sentença</h2><p class="wp-block-paragraph">A estrutura da sentença reúne relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório resume o pedido, a defesa e os principais atos do processo; a fundamentação analisa as questões de fato e de direito, e o dispositivo declara o resultado, acolhendo ou rejeitando os pedidos formulados. Cada parte cumpre função própria e não substitui as demais, de modo que a ausência de uma delas compromete a compreensão do julgado.</p><p class="wp-block-paragraph">O dispositivo costuma atrair a atenção de quem recebe a decisão, embora a fundamentação sustente o resultado, conforme esclarece o Doutor Valdemir Ferreira Santos. A parte que perde a causa tem interesse legítimo em saber quais argumentos foram examinados, porque só assim consegue direcionar o recurso ao ponto exato em que discorda do raciocínio adotado. A leitura conjunta das três partes evita interpretação equivocada do julgado.</p><h2 class="wp-block-heading">O que o Código considera decisão sem fundamentação?</h2><p class="wp-block-paragraph">O Código lista situações em que a decisão se considera não fundamentada, aponta o Doutor Valdemir Ferreira Santos. Entram no rol a simples indicação de um dispositivo legal sem explicar sua relação com a causa, o emprego de conceitos jurídicos indeterminados sem justificar o motivo concreto de sua incidência e o uso de razões genéricas, aplicáveis a qualquer processo com qualquer resultado.</p><p class="wp-block-paragraph">A previsão tem efeito prático direto. Uma sentença que apenas afirma a existência de boa-fé, de risco ou de interesse público, sem descrever os elementos dos autos que levaram à conclusão, permanece incompleta, e a parte pode exigir integração por meio de embargos de declaração ou apontar o vício no recurso cabível. A norma, portanto, converte um princípio em critério verificável.</p><h2 class="wp-block-heading">O enfrentamento de argumentos e precedentes</h2><p class="wp-block-paragraph">Fundamentar não significa responder a cada palavra escrita pelas partes, e sim enfrentar os argumentos capazes de, em tese, alterar o resultado do julgamento. A distinção evita duas distorções, porque impede sentenças silenciosas diante de teses relevantes e também decisões alongadas por comentários a pontos incapazes de modificar a conclusão. O filtro se apoia na aptidão do argumento para infirmar o que foi decidido.</p><p class="wp-block-paragraph">O tratamento dos precedentes segue exigência semelhante, frisa o Doutor Valdemir Ferreira Santos. Invocar súmula ou julgado sem identificar seus fundamentos determinantes e sem demonstrar a correspondência com o caso em exame equivale a decidir por citação, o mesmo valendo para o afastamento de precedente aplicável sem justificar a distinção entre as situações. A comparação precisa ficar explícita no texto.</p><h2 class="wp-block-heading">O controle da fundamentação pelas instâncias revisoras</h2><p class="wp-block-paragraph">A fundamentação também viabiliza o controle do julgamento. O tribunal que examina o recurso precisa identificar o caminho percorrido em primeiro grau para confirmar, corrigir ou substituir a conclusão, o que seria impossível diante de uma decisão que apenas anuncia o resultado sem revelar as razões que a sustentam. A motivação transforma a sentença em objeto de exame, e não em ato inquestionável.</p><p class="wp-block-paragraph">O dever de motivar, portanto, opera como limite ao poder de julgar, argumenta o Doutor Valdemir Ferreira Santos. A exigência retira da decisão judicial o caráter de ato de autoridade isolado e a submete a verificação pública, porque qualquer leitor pode confrontar os fatos narrados, a norma invocada e a conclusão anunciada no dispositivo. A sentença, assim, responde por si mesma.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/a-fundamentacao-que-separa-a-sentenca-da-opiniao-do-juiz.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc069826925fc701173a6b</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:42:32 +0000</pubDate><title>Veja como o pós-estadia influencia na fidelização e no retorno do hóspede</title><description>Segundo o gestor do San Marco Hotel (Brasília/DF), desde 2006, Gianmarco Marchetti, o pós-estadia começa no instante em que o hóspede deixa o quarto e decide se aquela experiência merece uma segunda reserva. Muitos hotéis e pousadas encerram o atendimento no checkout e devolvem a relação às plataformas de intermediação, onde disputam preço com concorrentes. […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7b/dv/lc/7bdvlcdq7mzfygrbxp67s394t.jpg"><figcaption>Veja como o pós-estadia influencia na fidelização e no retorno do hóspede<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Segundo o gestor do San Marco Hotel (Brasília/DF), desde 2006, Gianmarco Marchetti, o pós-estadia começa no instante em que o hóspede deixa o quarto e decide se aquela experiência merece uma segunda reserva. Muitos hotéis e pousadas encerram o atendimento no checkout e devolvem a relação às plataformas de intermediação, onde disputam preço com concorrentes. Esse vazio de contato desperdiça o momento em que a lembrança da viagem ainda pesa na próxima escolha.</p><p class="wp-block-paragraph">Tendo isso em vista, a fidelização nasce de uma sequência coerente de contatos que valoriza a estadia recém-concluída e facilita a volta pelo canal próprio do hotel. Esse percurso passa pelo peso da etapa, pelas ações que geram reserva direta e pelas formas de medir o retorno. Interessado em saber mais sobre? Confira, a seguir.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que o pós-estadia pesa tanto na fidelização do hóspede?</h2><p class="wp-block-paragraph">Durante a estadia, o hóspede forma opiniões sobre limpeza, atendimento e conforto. Depois do checkout, ele decide o que fazer com elas: esquecer, avaliar em um portal ou recomendar a amigos. Logo, quem conduz essa fase orienta a memória do cliente, enquanto quem a ignora deixa a conclusão nas mãos de terceiros e de algoritmos de comparação de preços.</p><p class="wp-block-paragraph">Inclusive, o hóspede satisfeito já conhece a propriedade, confia na qualidade e dispensa longas explicações comerciais. Por isso, o retorno dele exige menos investimento em mídia do que a captação de um cliente novo, ressalta Gianmarco Marchetti. Além disso, a reserva feita direto no site preserva a margem que as comissões das plataformas reduziriam.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais ações após o checkout aumentam a chance de reserva direta?</h2><p class="wp-block-paragraph">As ações mais eficazes combinam rapidez, personalização e um motivo concreto para voltar. De acordo com Gianmarco Marchetti, o contato precisa chegar enquanto a experiência ainda está viva, sem soar como propaganda genérica e com um caminho simples até o canal oficial de reservas. Entre as práticas que funcionam bem, destacam-se estas:</p><ul class="wp-block-list"><li><strong>Agradecimento personalizado:</strong> mensagem enviada em até 24 horas, citando o nome do hóspede e um detalhe da estadia;</li><li><strong>Pesquisa de satisfação curta:</strong> perguntas objetivas que revelam falhas e mostram que o hotel valoriza a opinião recebida;</li><li><strong>Oferta exclusiva de retorno:</strong> benefício válido apenas na reserva direta, como upgrade ou café da manhã incluso;</li><li><strong>Conteúdo relevante:</strong> dicas de eventos, sazonalidade e roteiros que despertam o desejo de nova viagem;</li><li><strong>Lembrete de datas:</strong> aviso próximo ao aniversário do hóspede ou ao mês da última visita.</li></ul><p class="wp-block-paragraph">Essas ações funcionam melhor quando formam uma sequência, e não disparos soltos. O agradecimento abre a conversa, a pesquisa alimenta a melhoria e a oferta converte o interesse em reserva. Assim, cada etapa prepara a seguinte, e o hóspede percebe cuidado contínuo em vez de insistência comercial.</p><h2 class="wp-block-heading">Como personalizar o relacionamento sem invadir a privacidade do hóspede?</h2><p class="wp-block-paragraph">A personalização eficaz usa dados que o próprio hóspede forneceu: motivo da viagem, preferências de quarto, tipo de acompanhante e canal de contato preferido. Um casal em lua de mel recebe sugestões diferentes das de um executivo em viagem de negócios. Essa diferença simples mostra respeito e aumenta a relevância de cada mensagem enviada.</p><p class="wp-block-paragraph">Aliás, a frequência também define a percepção do hóspede, frisa Gianmarco Marchetti, administrador da Marco Marchetti Hotéis Ltda.. Um e-mail de agradecimento, uma mensagem sazonal e uma oferta pontual por trimestre já sustentam a lembrança da marca. Excessos cansam e levam ao descadastramento, enquanto ausências permitem que outras opções ocupem o espaço. O equilíbrio nasce da análise das respostas e do ajuste constante do calendário.</p><h2 class="wp-block-heading">Indicadores que revelam a força do pós-estadia</h2><p class="wp-block-paragraph">Como destaca Gianmarco Marchetti, sem medição, o pós-estadia vira apenas uma sequência de mensagens bem-intencionadas. Acompanhe a taxa de abertura, o volume de reservas diretas vindas de cada campanha, o intervalo entre visitas e a proporção de hóspedes recorrentes. Esses números indicam quais ações merecem investimento e quais precisam de revisão, e permitem comparar o custo de retenção com o de aquisição de novos clientes.</p><p class="wp-block-paragraph">Um hotel que registra a origem de cada reserva direta descobre rapidamente o que funciona. Se a oferta de retorno converte mais que o conteúdo sazonal, a equipe redistribui o esforço e aprimora o resultado seguinte. Ademais, de acordo com o gestor do San Marco Hotel (Brasília/DF), desde 2006, Gianmarco Marchetti, as respostas da pesquisa de satisfação indicam falhas operacionais que prejudicam a fidelização antes de qualquer campanha.</p><h2 class="wp-block-heading">Cada checkout é o começo da próxima reserva</h2><p class="wp-block-paragraph">Em conclusão, a hospedagem só termina de verdade quando o cliente decide voltar. Por isso, o pós-estadia deve ocupar lugar central na estratégia de qualquer meio de hospedagem que deseja crescer com reservas diretas. Portanto, agradeça, ouça, personalize e meça, sempre com constância e método. No final, o hóspede que se sente lembrado retribui com preferência, indicação e novas diárias no canal próprio.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/veja-como-o-pos-estadia-influencia-na-fidelizacao-e-no-retorno-do-hospede.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc069526925fc701173a6a</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:42:29 +0000</pubDate><title>A Rede GTB examina como reduzir a rotatividade de frentistas e gerentes em postos</title><description>A rotatividade de pessoal pesa no caixa e no atendimento de qualquer operação de combustíveis. De acordo com a diretoria da Rede GTB, uma das revendedoras de combustível mais tradicionais do Rio de Janeiro, cada frentista que sai leva o conhecimento da pista, e cada gerente que pede demissão abala a equipe inteira. Desse modo, […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0y/li/sr/0ylisrzvecn986g1w92i9jgrq.jpg"><figcaption>A Rede GTB examina como reduzir a rotatividade de frentistas e gerentes em postos<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">A rotatividade de pessoal pesa no caixa e no atendimento de qualquer operação de combustíveis. De acordo com a diretoria da Rede GTB, uma das revendedoras de combustível mais tradicionais do Rio de Janeiro, cada frentista que sai leva o conhecimento da pista, e cada gerente que pede demissão abala a equipe inteira. Desse modo, os postos que enxergam a saída de profissionais como um sintoma, e não como uma fatalidade, corrigem a origem do problema com muito mais rapidez. Interessado em saber como? Acompanhe, nos próximos parágrafos.</p><h2 class="wp-block-heading">Por que a rotatividade em postos custa tão caro?</h2><p class="wp-block-paragraph">O custo da troca de equipe vai além da rescisão e do novo processo seletivo, ressalta a GTB Brasil. Um frentista recém-contratado demora semanas para dominar bombas, meios de pagamento e procedimentos de segurança, e nesse período comete mais erros de caixa e de abastecimento. Enquanto isso, o cliente percebe a queda de qualidade e considera outro posto na próxima parada.</p><p class="wp-block-paragraph">Ademais, a saída de gerentes agrava o quadro. Conforme destaca a Rede GTB, o gerente sustenta a cultura da unidade, distribui tarefas e resolve conflitos antes que cresçam. Quando ele deixa o cargo, a equipe perde a referência, os processos afrouxam e novos pedidos de demissão aparecem em sequência. Esse efeito dominó transforma uma vaga em três.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais causas de saída aparecem com mais frequência?</h2><p class="wp-block-paragraph">Os motivos de desligamento se repetem de um posto para outro, e reconhecê-los evita gastar energia com soluções que não tocam o problema. Na prática, cinco fatores empurram frentistas e gerentes para fora da operação com bem mais frequência que os demais, e todos têm solução:</p><ul class="wp-block-list"><li><strong>Escala desgastante:</strong> turnos noturnos, folgas irregulares e fins de semana sem rodízio esgotam a equipe;</li><li><strong>Treinamento superficial:</strong> o novato aprende no improviso e se sente despreparado diante do cliente;</li><li><strong>Falta de carreira:</strong> o frentista não enxerga caminho até a liderança, e o gerente não vê o próximo degrau;</li><li><strong>Remuneração desalinhada:</strong> salário e comissão ficam abaixo do esforço exigido pela função;</li><li><strong>Liderança ruim:</strong> cobrança sem feedback e sem reconhecimento afasta os melhores profissionais.</li></ul><p class="wp-block-paragraph">Nenhum desses fatores age sozinho. Uma escala pesada, somada a um treinamento fraco, transforma o cansaço em insegurança, e a insegurança acelera a decisão de sair. Por isso, a retenção exige atacar as causas em conjunto, começando pelo que mais pressiona o dia a dia da pista: o calendário de trabalho.</p><h2 class="wp-block-heading">Como uma escala justa ajuda a reter frentistas e gerentes?</h2><p class="wp-block-paragraph">Escala previsível vale mais do que muitos benefícios. Quando o frentista sabe com antecedência quando trabalha e quando folga, ele organiza estudos, família e descanso, e permanece por mais tempo. Segundo a diretoria da Rede GTB, o planejamento antecipado do calendário reduz faltas e trocas de última hora.</p><p class="wp-block-paragraph">O rodízio equilibrado de turnos completa a medida. Nenhum profissional deve ficar preso ao horário da madrugada ou aos fins de semana por tempo indeterminado. Já o gerente precisa de folgas reais e de um substituto preparado, porque ninguém sustenta uma unidade aberta por vinte e quatro horas sem apoio. Afinal, quem descansa atende melhor e pensa em ficar.</p><h2 class="wp-block-heading">Treinamento e plano de crescimento como ferramentas de retenção</h2><p class="wp-block-paragraph">O treinamento começa no primeiro dia e não termina na integração. Um roteiro claro de aprendizagem, com acompanhamento de um colega experiente, entrega segurança ao novato e reduz erros na pista. Depois, reciclagens periódicas sobre atendimento, produtos e segurança mostram que o posto investe em quem trabalha ali, o que fortalece o vínculo.</p><p class="wp-block-paragraph">O plano de crescimento fecha o ciclo. Como comenta a Rede GTB, a promoção interna de frentistas a caixas, líderes de pista e gerentes cria um horizonte concreto e mantém a cultura da empresa. Porém, para funcionar, o plano precisa de critérios claros, metas realistas e conversas periódicas de desempenho, e não de promessas vagas feitas na admissão.</p><h2 class="wp-block-heading">O retorno de valorizar a equipe</h2><p class="wp-block-paragraph">Em conclusão, reduzir a rotatividade não depende de um único benefício, e sim de um conjunto de decisões coerentes: escala previsível, treinamento estruturado e carreira visível. Até porque o profissional permanece onde percebe respeito e futuro. Assim sendo, os postos que começarem hoje a ouvir e a desenvolver suas equipes colherão amanhã menos desligamentos e um atendimento mais consistente.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/a-rede-gtb-examina-como-reduzir-a-rotatividade-de-frentistas-e-gerentes-em-postos.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc05dfa28744ed39d8a7b1</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:39:27 +0000</pubDate><title>Casa inteligente para idosos: Conforto ou segurança? Veja com o Doutor Yuri Silva Portela</title><description>A casa inteligente para idosos combina recursos tecnológicos capazes de facilitar tarefas domésticas, melhorar a acessibilidade e identificar situações que exigem atenção, comenta o Doutor Yuri Silva Portela. A integração entre tecnologia e envelhecimento está relacionada à preservação da autonomia e às condições necessárias para uma rotina mais segura. Sensores de movimento, iluminação automática e […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ex/28/5y/ex285yaesqgcg9r6iqg9o33xs.jpg"><figcaption>Casa inteligente para idosos: Conforto ou segurança? Veja com o Doutor Yuri Silva Portela<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">A casa inteligente para idosos combina recursos tecnológicos capazes de facilitar tarefas domésticas, melhorar a acessibilidade e identificar situações que exigem atenção, comenta o Doutor Yuri Silva Portela. A integração entre tecnologia e envelhecimento está relacionada à preservação da autonomia e às condições necessárias para uma rotina mais segura. Sensores de movimento, iluminação automática e assistentes virtuais podem oferecer benefícios importantes, especialmente para pessoas que vivem sozinhas, contribuindo para a prevenção de acidentes e a manutenção da independência nas atividades cotidianas.</p><p class="wp-block-paragraph">Leia mais a seguir!</p><h2 class="wp-block-heading">Saiba com o Doutor Yuri Silva Portela como a automação pode prevenir acidentes domésticos</h2><p class="wp-block-paragraph">As quedas estão entre os principais riscos enfrentados pela população idosa dentro de casa. Corredores pouco iluminados, tapetes soltos e deslocamentos noturnos podem aumentar a exposição a acidentes. Nesse contexto, sensores de presença permitem acionar automaticamente a iluminação quando alguém entra em determinado ambiente, reduzindo a necessidade de procurar interruptores no escuro. Essa funcionalidade é especialmente útil em trajetos frequentes, como o percurso entre o quarto e o banheiro durante a madrugada.</p><p class="wp-block-paragraph">Outro recurso envolve sistemas capazes de identificar situações potencialmente perigosas, como vazamentos de gás, presença de fumaça e alterações incomuns na movimentação doméstica. Dependendo da configuração, esses equipamentos podem emitir alertas sonoros ou encaminhar notificações para familiares e responsáveis previamente cadastrados, favorecendo respostas mais rápidas. A integração desses dispositivos também pode facilitar a identificação de ocorrências quando o morador apresenta dificuldades para solicitar ajuda.</p><p class="wp-block-paragraph">Entretanto, como pontua o Doutor Yuri Silva Portela, a automação não substitui adaptações físicas essenciais. Barras de apoio, pisos antiderrapantes e circulação livre de obstáculos continuam fundamentais. A tecnologia deve complementar essas medidas, criando diferentes níveis de proteção sem transformar a residência em um ambiente excessivamente dependente de sistemas eletrônicos. Por isso, a combinação entre acessibilidade e recursos digitais deve considerar as condições de mobilidade, os hábitos e as necessidades individuais de cada pessoa idosa.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais tecnologias favorecem a independência dos idosos?</h2><p class="wp-block-paragraph">Assistentes virtuais permitem controlar luzes, aparelhos e determinados equipamentos por comandos de voz. Para idosos com limitações de mobilidade, essa funcionalidade pode reduzir deslocamentos desnecessários e facilitar atividades cotidianas. Além disso, lembretes programados podem auxiliar na organização de compromissos, horários e outras tarefas recorrentes. Esses recursos também favorecem a independência ao permitir que o morador execute determinadas ações sem depender constantemente da ajuda de familiares ou cuidadores.</p><p class="wp-block-paragraph">O Doutor Yuri Silva Portela, por sua formação em geriatria, está inserido em uma área que considera a capacidade funcional um elemento importante do envelhecimento. Nesse contexto, a escolha dos dispositivos deve partir das atividades que o morador deseja continuar realizando, evitando soluções que substituam desnecessariamente as habilidades preservadas. Dessa forma, a tecnologia pode funcionar como instrumento de apoio à autonomia, respeitando as capacidades individuais e incentivando a participação ativa da pessoa idosa em sua própria rotina.</p><h2 class="wp-block-heading">O monitoramento residencial compromete a privacidade?</h2><p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de acompanhar remotamente determinadas atividades domésticas pode trazer tranquilidade aos familiares, principalmente quando o idoso mora sozinho. Sensores de abertura de portas, detectores de movimento e botões de emergência permitem identificar situações específicas sem exigir acompanhamento presencial permanente. Esses recursos também podem facilitar a identificação de mudanças inesperadas na rotina, permitindo que familiares verifiquem se o morador necessita de assistência.</p><p class="wp-block-paragraph">Contudo, como destaca o Doutor Yuri Silva Portela, o monitoramento precisa respeitar a privacidade do morador. Câmeras instaladas indiscriminadamente podem gerar desconforto e comprometer a sensação de liberdade dentro da própria residência. Por isso, soluções menos invasivas devem ser consideradas sempre que forem suficientes para atender às necessidades identificadas. A escolha dos equipamentos deve levar em conta as preferências individuais, evitando que a busca por segurança resulte em restrições desnecessárias à autonomia.</p><p class="wp-block-paragraph">A definição de quem recebe os alertas também merece atenção. Familiares e cuidadores precisam estabelecer procedimentos para situações de emergência, evitando que notificações sejam ignoradas ou interpretadas incorretamente. O consentimento da pessoa idosa deve orientar a instalação e a utilização dos dispositivos, preservando sua participação nas decisões. Além disso, é importante revisar periodicamente as configurações de monitoramento para garantir que continuem adequadas às necessidades e às condições do morador.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/casa-inteligente-para-idosos--conforto-ou-seguranca--veja-com-o-doutor-yuri-silva-portela.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc048226925fc701173a67</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:33:38 +0000</pubDate><title>Suplementos e hábitos: Descubra como organizar o consumo para uma rotina mais consistente, com a Lirius Suplementos</title><description>Constância é um dos pontos mais negligenciados da suplementação, e o tema dialoga com a atuação da Lirius Suplementos, marca nacional de suplementação voltada ao bem-estar e à qualidade de vida. Em caso de falta de organização, o produto pode ser esquecido no armário, consumido em horários aleatórios ou ingerido em dose maior para compensar […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/07/uv/vf/07uvvfih3gjpx3a8jntom0c8i.jpg"><figcaption>Suplementos e hábitos: Descubra como organizar o consumo para uma rotina mais consistente, com a Lirius Suplementos<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Constância é um dos pontos mais negligenciados da suplementação, e o tema dialoga com a atuação da Lirius Suplementos, marca nacional de suplementação voltada ao bem-estar e à qualidade de vida. Em caso de falta de organização, o produto pode ser esquecido no armário, consumido em horários aleatórios ou ingerido em dose maior para compensar os dias perdidos.</p><p class="wp-block-paragraph">O desafio aumenta à medida que a suplementação deixa de estar restrita à performance esportiva e passa a integrar rotinas de equilíbrio, com pessoas que combinam mais de um produto e precisam conciliar trabalho, refeições, treinos e sono. A ausência de um método adequado pode resultar em esquecimentos, sobreposições de nutrientes e uso incorreto do produto.</p><p class="wp-block-paragraph">A organização do consumo não demanda planilhas complexas, mas sim alguns critérios práticos. Em seguida, apresentaremos uma série de estratégias para a associação dos suplementos a hábitos já existentes, como evitar excessos ao combinar produtos, e a importância da orientação profissional no planejamento do processo. Pequenos ajustes, realizados de maneira cuidadosa e estratégica, tendem a ter um impacto mais significativo na regularidade do que grandes mudanças difíceis de sustentar.</p><h2 class="wp-block-heading">Associar o suplemento a hábitos já estabelecidos</h2><p class="wp-block-paragraph">Estabeleça um horário fixo para consumir o suplemento, como o café da manhã, o almoço ou depois do treino. Assim, você não precisará se lembrar dele. Mantenha-o à vista e em boas condições de armazenamento.</p><p class="wp-block-paragraph">O formato do produto influencia essa organização. As cápsulas são ideais para rotinas com refeições previsíveis, enquanto as bebidas e os sachês são mais versáteis para o consumo fora de casa. A praticidade no consumo, tema que orienta a inovação em formatos na Lirius, responde à necessidade de integrar o autocuidado à rotina diária.</p><p class="wp-block-paragraph">Alarmes no celular, aplicativos de lembretes e organizadores semanais são ferramentas que auxiliam quem possui horários irregulares. É essencial que a ferramenta seja simples o suficiente para ser utilizada por semanas, e não apenas nos primeiros dias de adaptação à nova rotina. Uma rotina que depende de muitos passos tende a ser abandonada, enquanto um método mínimo e repetível sustenta a regularidade.</p><h2 class="wp-block-heading">Recomendação diária, combinações e orientação profissional</h2><p class="wp-block-paragraph">É importante observar que todos os suplementos apresentam no rótulo a recomendação diária de consumo e a advertência para não excedê-la. A organização da rotina implica o respeito a esse limite, inclusive nos dias em que uma dose foi esquecida, sem que a quantidade seguinte seja duplicada. Tal prudência está alinhada com a comunicação da Lirius Suplementos, que evita promessas de resultados individuais e afirmações absolutas sobre os efeitos do produto.</p><p class="wp-block-paragraph">Usuários devem observar as sobreposições entre produtos. Um multivitamínico e um suplemento isolado podem conter o mesmo nutriente. A soma das porções pode ultrapassar os limites adequados. Minerais como ferro e cálcio têm a absorção prejudicada quando ingeridos juntos. Anotar os produtos usados, nutrientes e porções ajuda a evitar excessos.</p><p class="wp-block-paragraph">Portanto, a orientação de um profissional da saúde, como um nutricionista ou um médico, é fundamental para garantir a segurança alimentar, especialmente para pessoas que fazem uso de medicamentos, gestantes ou que apresentem condições de saúde específicas. É possível esclarecer dúvidas práticas sobre horário, preparo e conservação diretamente com a marca. A Lirius, referência em atendimento e relacionamento com o consumidor, valoriza a escuta e o atendimento humanizado como pilares de sua cultura organizacional.</p><h2 class="wp-block-heading">Constância como parte do autocuidado</h2><p class="wp-block-paragraph">A organização do consumo de suplementos proporciona, acima de tudo, previsibilidade a um hábito. É imprescindível associar o produto a rotinas já existentes, escolher formatos compatíveis com o dia a dia, respeitar a recomendação diária e evitar sobreposições. Medidas simples como essas tornam a suplementação mais segura e coerente com seu propósito de complementar a alimentação.</p><p class="wp-block-paragraph">Com o aumento do número de pessoas que adotam suplementos em suas rotinas de equilíbrio e longevidade, a forma de consumo passa a ter a mesma importância que a escolha do produto. A trajetória da Lirius Suplementos, marca em expansão e reposicionamento no mercado de wellness, evidencia a importância da relação entre produto, rotina e informação na discussão sobre bem-estar. Essa relação depende menos de intensidade e mais de regularidade.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/suplementos-e-habitos--descubra-como-organizar-o-consumo-para-uma-rotina-mais-consistente--com-a-lirius-suplementos.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc005226925fc701173a65</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:15:47 +0000</pubDate><title>Tiago Oliva Schietti avalia por que a administradora do consórcio não é dona do fundo comum</title><description>Tiago Oliva Schietti chama atenção para um ponto que costuma passar despercebido por quem adere a um grupo: a administradora do consórcio não é dona do dinheiro que circula ali dentro. A distinção parece sutil, mas explica boa parte das regras que cercam o funcionamento do setor, incluindo os limites do que a empresa pode […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2a/he/ne/2ahene9f83ww5aoemn9uwzlwm.jpg"><figcaption>Tiago Oliva Schietti avalia por que a administradora do consórcio não é dona do fundo comum<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">Tiago Oliva Schietti chama atenção para um ponto que costuma passar despercebido por quem adere a um grupo: a administradora do consórcio não é dona do dinheiro que circula ali dentro. A distinção parece sutil, mas explica boa parte das regras que cercam o funcionamento do setor, incluindo os limites do que a empresa pode ou não decidir sozinha sobre o fundo comum.</p><p class="wp-block-paragraph">Especialistas explicam essa relação comparando a administradora a alguém contratado para organizar uma tarefa coletiva, sem ser dono do resultado final dessa organização, apenas responsável por conduzi-la dentro das regras combinadas.</p><h2 class="wp-block-heading">O que a lei chama de mandatária dos interesses do grupo?</h2><p class="wp-block-paragraph">A legislação que regula o setor define a administradora como pessoa jurídica prestadora de serviços, com a função de gerir os negócios do grupo e atuar como mandatária dos interesses e direitos dos consorciados. Isso significa que ela age em nome do grupo, não em nome próprio, quando toma decisões sobre a condução do consórcio.</p><p class="wp-block-paragraph">Na prática, essa condição de mandatária limita o que a administradora pode fazer com os recursos do fundo comum: eles pertencem coletivamente aos participantes do grupo, e não à empresa que administra o processo, mesmo que seja ela quem controle as contas e execute as operações do dia a dia.</p><p class="wp-block-paragraph">Essa mesma condição jurídica explica por que, em casos de intervenção ou liquidação de uma administradora, o dinheiro do fundo comum não se confunde com o patrimônio da empresa: ele continua pertencendo ao grupo de consorciados e não entra na massa de bens usada para pagar credores da administradora em dificuldade.</p><h2 class="wp-block-heading">De onde vem a remuneração da administradora?</h2><p class="wp-block-paragraph">Como não é dona do fundo comum, a administradora precisa de uma fonte própria de remuneração pelo serviço prestado, que é justamente a taxa de administração cobrada de cada consorciado. Esse valor remunera a organização das assembleias, a gestão da documentação e o cumprimento das obrigações legais exigidas pelo Banco Central.</p><p class="wp-block-paragraph">Tiago Oliva Schietti examina que separar mentalmente taxa de administração e fundo comum ajuda o consorciado a entender por que o dinheiro pago mensalmente tem destinos completamente diferentes: uma parte remunera quem organiza o grupo, a outra forma o crédito que será entregue aos contemplados.</p><h2 class="wp-block-heading">Os limites do que a administradora pode decidir sozinha</h2><p class="wp-block-paragraph">Mesmo tendo poder de gestão sobre o dia a dia do grupo, a administradora não pode simplesmente mudar regras de contemplação, alterar taxas já contratadas ou usar o fundo comum para finalidade diferente da prevista em contrato, sem seguir os procedimentos legais e regulatórios que cercam qualquer alteração desse tipo.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, Tiago Oliva Schietti menciona que assembleias gerais existem justamente para que decisões relevantes sobre o grupo passem por um processo formal, e não fiquem apenas a critério interno da empresa responsável pela administração. Essa estrutura de governança é o que sustenta a confiança de que o dinheiro do grupo será usado exatamente como prometido no contrato de adesão.</p><p class="wp-block-paragraph">Alterações que afetam diretamente os consorciados, como mudanças no prazo do grupo ou nas regras de contemplação, costumam depender de aprovação em assembleia, com registro em ata, justamente para que nenhuma decisão importante fique documentada apenas na palavra da administradora.</p><h2 class="wp-block-heading">Entender esse papel muda a forma de cobrar transparência</h2><p class="wp-block-paragraph">Em síntese, faz-se essencial saber que a administradora atua como mandatária, e não como proprietária, o que muda a forma como o consorciado pode cobrar explicações sobre qualquer decisão que pareça fora do combinado. Para Tiago Oliva Schietti, o grupo tem direito a informações claras justamente porque o dinheiro em jogo pertence a ele, coletivamente, não à empresa que o administra.</p><p class="wp-block-paragraph">Essa compreensão também ajuda a entender por que a fiscalização do Banco Central foca tanto na conduta da administradora: ela lida diariamente com recursos que não são seus, e a lei existe justamente para garantir que essa gestão aconteça dentro dos limites combinados desde o início.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/tiago-oliva-schietti-avalia-por-que-a-administradora-do-consorcio-nao-e-dona-do-fundo-comum.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbfd76a28744ed39d8a7a8</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:03:35 +0000</pubDate><title>Home care no plano de saúde: Elton Fernandes explica quando a cobertura é devida</title><description>A distinção entre internação domiciliar e assistência domiciliar orienta a interpretação dos contratos e das decisões judiciais sobre o tema. À medida que o envelhecimento da população e o avanço das doenças crônicas ampliam a demanda por cuidados contínuos, Elton Fernandes, advogado especialista em plano de saúde, identifica no home care um dos pontos mais […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ax/5j/kh/ax5jkhy9dt72j7q72eoedg9qm.jpg"><figcaption>Home care no plano de saúde: Elton Fernandes explica quando a cobertura é devida<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">A distinção entre internação domiciliar e assistência domiciliar orienta a interpretação dos contratos e das decisões judiciais sobre o tema.</h2><p class="wp-block-paragraph">À medida que o envelhecimento da população e o avanço das doenças crônicas ampliam a demanda por cuidados contínuos, Elton Fernandes, advogado especialista em plano de saúde, identifica no home care um dos pontos mais sensíveis da relação entre beneficiários e operadoras. A internação domiciliar permite que pacientes com quadros complexos recebam acompanhamento fora do ambiente hospitalar, com menor exposição a infecções e maior proximidade da família. A cobertura desse serviço, porém, depende de critérios técnicos que nem sempre estão claros para quem precisa dele.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Internação e assistência domiciliar não são sinônimos</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para compreender o tema está na terminologia. A internação domiciliar reproduz em casa a estrutura de um leito hospitalar, com equipe de enfermagem, equipamentos, medicamentos e supervisão médica, e costuma ser indicada para pacientes que, sem ela, precisariam permanecer internados. A assistência domiciliar, por sua vez, abrange atendimentos pontuais, como visitas de profissionais de saúde e procedimentos de menor complexidade. A diferença não é apenas semântica, pois cada modalidade envolve custos, riscos e obrigações contratuais distintos.</p><p class="wp-block-paragraph">No exame conduzido por pelo Elton Fernandes, do escritório Elton Fernandes Sociedade de Advogados, a distinção funciona como chave de leitura para a maior parte dos conflitos, porque a natureza substitutiva da internação domiciliar altera o enquadramento jurídico do pedido. Para aferir o grau de complexidade do paciente, é comum o uso de instrumentos técnicos, como as tabelas de avaliação adotadas pelo setor de atenção domiciliar, que consideram fatores como dependência de suporte ventilatório, alimentação por sonda e necessidade de medicação injetável.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que dizem as normas da ANS?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O Rol de Procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar não inclui o home care como cobertura obrigatória autônoma. As normas da agência estabelecem, contudo, que, quando a operadora oferece internação domiciliar em substituição à hospitalar, o serviço deve atender às exigências sanitárias da Anvisa aplicáveis à atenção domiciliar, o que inclui equipe qualificada e estrutura compatível com o quadro clínico do paciente. A regra reconhece a modalidade como alternativa legítima de cuidado, ainda que não a imponha de forma genérica a todos os contratos.</p><p class="wp-block-paragraph">A ausência de previsão expressa no rol não encerra a discussão. À luz do que frisa Elton Fernandes, a análise precisa considerar o contrato, a indicação médica e a finalidade do tratamento, uma vez que a internação domiciliar prescrita em substituição à hospitalar representa a continuidade de uma cobertura já contratada. A leitura isolada da lista regulatória, sem esse cruzamento, tende a produzir conclusões incompletas sobre os direitos do beneficiário de plano de saúde.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Home care na jurisprudência do STJ</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O Superior Tribunal de Justiça tem precedentes reiterados no sentido de que a cláusula contratual que exclui a internação domiciliar é abusiva quando o serviço é indicado pelo médico como substituto da internação hospitalar. O raciocínio parte da aplicação do Código de Defesa do Consumidor aos planos de saúde, reconhecida na Súmula 608 do tribunal, e da constatação de que a restrição esvaziaria o próprio objeto do contrato em situações de maior vulnerabilidade. Também pesa o argumento de que a internação em casa, em muitos casos, representa custo menor do que a permanência hospitalar.</p><p class="wp-block-paragraph">Daí a relevância que Elton Fernandes atribui ao relatório médico, documento que precisa demonstrar a necessidade clínica, a complexidade do quadro e o caráter substitutivo da internação domiciliar. Uma negativa de cobertura de plano de saúde fundamentada apenas na ausência de previsão contratual encontra pouco respaldo na jurisprudência quando esses elementos estão bem documentados, mas a discussão ganha outros contornos quando a indicação se refere a cuidados de menor complexidade.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidador, técnico de enfermagem e a fronteira da cobertura</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais debatidos envolve a figura do cuidador. Os tribunais costumam diferenciar o profissional de enfermagem, responsável por procedimentos técnicos como administração de medicamentos, curativos e manejo de dispositivos, do cuidador, que auxilia em atividades cotidianas como higiene, alimentação e locomoção. Em regra, apenas a primeira categoria integra a cobertura, já que a segunda se relaciona ao suporte pessoal e familiar, e não ao tratamento em si.</p><p class="wp-block-paragraph">Quando a demora na implantação do serviço coloca em risco a saúde do paciente, a tutela de urgência surge como instrumento processual previsto no Código de Processo Civil para a apreciação imediata do pedido, e Elton Fernandes situa nesse ponto a importância de uma prescrição que descreva com precisão os profissionais necessários. A clareza sobre o que é tratamento e o que é cuidado pessoal evita pedidos genéricos e contribui para decisões mais consistentes sobre a internação domiciliar.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/home-care-no-plano-de-saude--elton-fernandes-explica-quando-a-cobertura-e-devida.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbfd7226925fc701173a5f</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:03:30 +0000</pubDate><title>Tratamentos fora do Rol da ANS entram em nova fase; Elton Fernandes, especialista em Direito da Saúde Suplementar, analisa critérios</title><description>Decisões do STF e do STJ estabeleceram parâmetros técnicos e jurídicos para avaliar a cobertura de procedimentos que não estão previstos na lista da ANS. Elton Fernandes, advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar e professor convidado da Universidade de São Paulo (USP), acompanha a mudança no entendimento jurídico sobre tratamentos que não integram o […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/da/xv/q4/daxvq4okg76jvxc7lxmdu9czx.jpg"><figcaption>Tratamentos fora do Rol da ANS entram em nova fase<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Decisões do STF e do STJ estabeleceram parâmetros técnicos e jurídicos para avaliar a cobertura de procedimentos que não estão previstos na lista da ANS.</h2><p class="wp-block-paragraph">Elton Fernandes, advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar e professor convidado da Universidade de São Paulo (USP), acompanha a mudança no entendimento jurídico sobre tratamentos que não integram o Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A discussão ganhou novos contornos após decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p><p class="wp-block-paragraph">A Lei 14.454/2022 alterou a Lei dos Planos de Saúde e estabeleceu critérios para a cobertura de procedimentos não incluídos no Rol da ANS. A norma passou a admitir essa possibilidade quando houver comprovação de eficácia baseada em evidências científicas e plano terapêutico ou recomendação da Conitec ou de órgão internacional de avaliação de tecnologias em saúde.</p><p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2025, o STF definiu parâmetros adicionais para essas situações. Em 2026, o STJ começou a aplicar esse entendimento em julgamentos específicos, consolidando uma análise mais estruturada para os casos que chegam ao Judiciário.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O Rol da ANS continua como referência para a cobertura</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde estabelece a cobertura obrigatória para os planos regulamentados, conforme a segmentação contratada. A ausência de determinado procedimento na lista, porém, passou a ser analisada dentro de um conjunto mais amplo de critérios legais e técnicos.</p><p class="wp-block-paragraph">A decisão do STF na ADI 7.265 reconheceu a possibilidade de cobertura de tratamentos fora do Rol, mas condicionou essa obrigação ao preenchimento cumulativo de requisitos. Entre eles estão a prescrição por profissional habilitado, a inexistência de alternativa terapêutica adequada prevista no Rol e a comprovação de eficácia e segurança com base em evidências científicas de alto nível. Também é necessário que o tratamento tenha registro na Anvisa.</p><p class="wp-block-paragraph">Para Elton Fernandes, especialista em Direito da Saúde Suplementar do escritório Elton Fernandes Sociedade de Advogados, a mudança torna relevante diferenciar a simples ausência de um procedimento no Rol de uma análise sobre a possibilidade jurídica de cobertura excepcional. A avaliação passa a considerar simultaneamente aspectos regulatórios, científicos, contratuais e processuais.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>STF estabelece critérios para tratamentos fora do Rol</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A decisão do Supremo também definiu parâmetros para a atuação do Judiciário. Assim, antes de determinar o custeio, deve ser verificado se houve solicitação prévia à operadora e negativa, demora considerada irrazoável ou omissão na autorização.</p><p class="wp-block-paragraph">O tribunal determinou ainda que a decisão judicial considere o ato administrativo relacionado à não incorporação do tratamento pela ANS. Sempre que disponível, deve haver consulta ao Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário (NATJUS) ou a outras fontes de conhecimento técnico. A decisão não pode se apoiar exclusivamente em uma prescrição ou relatório médico apresentado pela parte.</p><p class="wp-block-paragraph">Esse desenho reforça a necessidade de examinar cada caso a partir de elementos concretos. A prescrição médica permanece relevante, mas não representa, isoladamente, o único elemento para determinar a cobertura de uma tecnologia que não consta do Rol.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>STJ começa a aplicar os novos parâmetros</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Em março de 2026, o STJ julgou o Tema Repetitivo 1.316, relacionado à cobertura de sistema de infusão contínua de insulina. A Segunda Seção estabeleceu que as alterações promovidas pela Lei 14.454/2022 são aplicáveis imediatamente aos contratos de planos de saúde, inclusive aos contratos firmados antes da entrada em vigor da norma.</p><p class="wp-block-paragraph">No mesmo julgamento, o tribunal determinou que a análise judicial da cobertura do sistema de infusão de insulina, por não estar previsto no Rol, deve observar os parâmetros definidos pelo STF na ADI 7.265.</p><p class="wp-block-paragraph">O precedente mostra que a discussão deixou de se concentrar apenas na classificação do Rol como taxativo ou não, informa Elton Fernandes. A questão passou a envolver a demonstração de requisitos específicos, como indicação médica, inexistência de alternativa adequada, evidência científica, registro sanitário e comprovação da negativa ou omissão da operadora.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda na análise dos casos?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A evolução da jurisprudência cria uma estrutura mais detalhada para avaliar pedidos de cobertura fora do Rol da ANS. Para beneficiários, isso significa que a análise jurídica de uma negativa depende das características do tratamento, das alternativas disponíveis e das evidências que sustentam sua utilização.</p><p class="wp-block-paragraph">Para as operadoras, a existência de um procedimento fora do Rol também não encerra automaticamente a discussão sobre sua eventual cobertura. A legislação e os precedentes passaram a exigir uma avaliação conjunta dos critérios previstos para essas situações. Elton Fernandes, advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar, atua nesse contexto de transformação normativa e jurisprudencial ao analisar a relação entre regulação da ANS, legislação, contratos de assistência à saúde e decisões dos tribunais.</p><p class="wp-block-paragraph">A tendência é que novos julgamentos contribuam para delimitar a aplicação prática desses critérios. Em setembro de 2026, por exemplo, o STJ afetou recursos repetitivos para discutir a cobertura de musicoterapia para beneficiários com transtorno do espectro autista, incluindo a interpretação dos requisitos aplicáveis a procedimentos fora do Rol.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/tratamentos-fora-do-rol-da-ans-entram-em-nova-fase--elton-fernandes--especialista-em-direito-da-saude-suplementar--analisa-criterios.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbfa5126925fc701173a5a</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:50:09 +0000</pubDate><title>Vieses cognitivos na negociação: Haroldo Augusto Filho avalia como proteger acordos da própria intuição</title><description>Ancoragem, excesso de confiança, aversão à perda e escalada de compromisso desviam decisões mesmo em mesas bem preparadas, e reconhecer esses mecanismos é o primeiro passo para contê-los. Haroldo Augusto Filho, executivo especializado em gestão de conflitos e estruturação de soluções corporativas, nota que muitos acordos tecnicamente bem preparados fracassam por falhas de julgamento. Planilhas […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8t/0u/ul/8t0uulkcbhdjjwplonx78ln9l.jpg"><figcaption>Vieses cognitivos na negociação: Haroldo Augusto Filho avalia como proteger acordos da própria intuição<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Ancoragem, excesso de confiança, aversão à perda e escalada de compromisso desviam decisões mesmo em mesas bem preparadas, e reconhecer esses mecanismos é o primeiro passo para contê-los.</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Haroldo Augusto Filho, executivo especializado em gestão de conflitos e estruturação de soluções corporativas, nota que muitos acordos tecnicamente bem preparados fracassam por falhas de julgamento. Planilhas detalhadas, cenários projetados e assessoria jurídica não impedem que atalhos mentais conduzam à decisão final. Em negociações empresariais de alto valor, nas quais prazos curtos e pressão por resultado se acumulam, esses desvios costumam surgir justamente quando a margem para erro é menor.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a psicologia comportamental revelou sobre a mesa de negociação?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, os modelos econômicos trataram negociadores como agentes racionais, capazes de comparar alternativas e escolher sempre a mais vantajosa. A premissa começou a ruir em 1974, quando os psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman publicaram na revista Science um estudo sobre as heurísticas usadas em decisões sob incerteza. Cinco anos depois, a dupla apresentou a teoria da perspectiva, trabalho que contribuiu para que Kahneman recebesse o Nobel de Economia em 2002.</p><p class="wp-block-paragraph">A principal contribuição dessas pesquisas foi demonstrar que os vieses não resultam de falta de experiência ou de preparo, mas do próprio funcionamento da mente sob pressão. Como pondera Haroldo Augusto Filho, o ponto de atenção não está em eliminar a intuição dos negociadores, algo improvável, e sim em impedir que ela ocupe o lugar da análise nos momentos decisivos de operações societárias, aquisições e renegociações contratuais.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Ancoragem e excesso de confiança distorcem o ponto de partida</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Em uma venda de participação societária, o comprador abre a conversa com um valor bem abaixo do esperado. Mesmo diante de uma contraproposta firme, o acordo final tende a gravitar em torno daquela primeira cifra, fenômeno conhecido como ancoragem. O efeito aparece até quando a âncora é claramente arbitrária, e quem apresenta o primeiro número acaba definindo o campo da discussão. Chegar à mesa com uma faixa de valores própria, estabelecida previamente, reduz essa influência.</p><p class="wp-block-paragraph">O excesso de confiança atua de forma mais silenciosa. Negociadores com histórico de acordos bem-sucedidos tendem a superestimar a capacidade de prever a reação do outro lado, reduzindo o cuidado com a preparação. Como cada negociação reúne interesses e restrições próprios, o resultado costuma ser concessões mal calculadas e prazos irreais. Submeter as premissas ao questionamento de alguém de fora da equipe, antes da reunião, ajuda a expor suposições não verificadas.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que ceder parece custar mais do que ganhar?</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">As pesquisas de Kahneman e Tversky indicaram que perdas pesam psicologicamente cerca de duas vezes mais do que ganhos equivalentes. Na mesa de negociação, a assimetria leva as partes a defender itens secundários com a mesma energia dedicada aos pontos centrais do acordo. O custo aparece no calendário, com rodadas que se multiplicam em torno de detalhes incapazes de alterar de forma relevante o valor final da operação.</p><p class="wp-block-paragraph">Haroldo Augusto Filho examina esse travamento como um problema de enquadramento, mais do que de conteúdo. Quando as concessões são apresentadas em pacotes, com cada renúncia ao lado do ganho correspondente, a perda deixa de ser avaliada isoladamente. As partes passam a enxergar o conjunto da proposta, e ajustes que pareciam inaceitáveis em rodadas anteriores ganham espaço na conversa.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Limites definidos antes da primeira rodada</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Descrita pelo pesquisador Barry Staw em 1976, a escalada de compromisso ajuda a explicar por que empresas insistem em negócios que já não fazem sentido. Uma companhia passa meses negociando uma aquisição e descobre, na reta final, riscos que reduzem o valor da operação. Em vez de rever a proposta, a diretoria acelera a assinatura para não desperdiçar o esforço acumulado, transformando custo passado em justificativa para seguir adiante.</p><p class="wp-block-paragraph">Registrar desde o início os critérios que encerram a conversa, como valor máximo, condições mínimas e riscos inaceitáveis, altera essa dinâmica. Recuar passa a ser a aplicação de uma regra combinada, e não uma derrota pessoal. Revisões cruzadas e pausas planejadas cumprem papel semelhante. Sob o olhar de Haroldo Augusto Filho, reconhecer os próprios atalhos mentais constitui uma competência técnica, tão relevante nos acordos de maior valor quanto o domínio de números e cláusulas.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/vieses-cognitivos-na-negociacao--haroldo-augusto-filho-avalia-como-proteger-acordos-da-propria-intuicao.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbf5bfa28744ed39d8a79d</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:30:39 +0000</pubDate><title>Rodrigo Gonçalves Pimentel e Sideni Soncini Pimentel: Legado empresarial não significa obrigar o filho a assumir o comando</title><description>Preservar patrimônio, valores e a continuidade de uma empresa familiar não exige necessariamente que a próxima geração assuma sua gestão. Governança permite separar propriedade, legado e função executiva. Uma das decisões mais difíceis para quem construiu uma empresa durante décadas pode surgir justamente quando chega o momento de pensar em sua continuidade: e se os […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/38/qa/u4/38qau4i4vvlqev6a81ptepz80.jpg"><figcaption>Rodrigo Gonçalves Pimentel e Sideni Soncini Pimentel: Legado empresarial não significa obrigar o filho a assumir o comando<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading">Preservar patrimônio, valores e a continuidade de uma empresa familiar não exige necessariamente que a próxima geração assuma sua gestão. Governança permite separar propriedade, legado e função executiva.</h2><p class="wp-block-paragraph">Uma das decisões mais difíceis para quem construiu uma empresa durante décadas pode surgir justamente quando chega o momento de pensar em sua continuidade: e se os filhos não quiserem assumir o negócio?</p><p class="wp-block-paragraph">Para o advogado e empresário Rodrigo Gonçalves Pimentel, sócio do Pimentel & Mochi Advogados Associados, essa situação não deveria ser interpretada automaticamente como fracasso da sucessão ou rejeição ao legado construído pela família.</p><p class="wp-block-paragraph">“Existe uma diferença importante entre herdar um patrimônio, preservar uma história e assumir a responsabilidade de administrar uma empresa. Nem sempre essas três coisas precisam estar na mesma pessoa”, afirma Rodrigo Gonçalves Pimentel.</p><p class="wp-block-paragraph">A análise também é compartilhada pelo advogado Sideni Soncini Pimentel, desembargador aposentado e atualmente integrante do Pimentel & Mochi Advogados Associados. Para ele, uma sucessão bem estruturada precisa considerar não apenas aquilo que o fundador deseja transmitir, mas também a capacidade, o interesse e o papel que cada integrante da próxima geração pretende exercer.</p><p class="wp-block-paragraph">A discussão se torna especialmente relevante porque, em muitas empresas familiares, a ideia de continuidade ainda está diretamente associada à imagem de um filho ocupando a cadeira que antes pertencia ao pai ou à mãe. Mas preservar uma empresa pode exigir justamente o contrário.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Legado não é sinônimo de cargo</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Uma empresa familiar não é formada apenas por ativos, contratos, máquinas ou participações societárias. Ao longo dos anos, ela também acumula relações, princípios, conhecimento, reputação e uma determinada maneira de fazer negócios. É esse conjunto que muitas famílias desejam preservar quando falam em legado.</p><p class="wp-block-paragraph">Para Rodrigo Gonçalves Pimentel, reduzir essa discussão à escolha de quem ocupará a presidência pode fazer com que uma questão muito maior seja tratada simplesmente como substituição de comando.</p><p class="wp-block-paragraph">“Às vezes, o fundador passou a vida inteira construindo liberdade para a família e, no momento da sucessão, transforma essa construção em uma obrigação para os filhos. Preservar o legado não significa necessariamente repetir a trajetória de quem veio antes”, afirma.</p><p class="wp-block-paragraph">Um herdeiro pode continuar proprietário, participar de decisões societárias relevantes e preservar os valores construídos pela família sem exercer uma função executiva no dia a dia. Da mesma forma, a administração pode ser exercida por outro familiar que tenha interesse e preparo ou, conforme a realidade da empresa, por executivos profissionais.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>O sucessor precisa querer ser sucessor</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A capacidade técnica é apenas uma parte da questão. Administrar uma empresa envolve responsabilidade, pressão, decisões difíceis e uma rotina que nem sempre corresponde aos projetos pessoais da próxima geração. Um filho pode admirar profundamente aquilo que os pais construíram e, ainda assim, desejar seguir outra profissão ou desenvolver seus próprios negócios. Isso não significa necessariamente romper com a história familiar.</p><p class="wp-block-paragraph">Para Sideni Soncini Pimentel, reconhecer essas diferenças antes da sucessão permite que a família construa soluções mais adequadas à realidade de cada integrante.</p><blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p class="wp-block-paragraph">“Uma sucessão não deveria ser estruturada apenas a partir da expectativa de quem está deixando o comando. Também é preciso compreender quem são as pessoas que estarão do outro lado dessa transição e qual papel cada uma efetivamente deseja e está preparada para exercer”, afirma Sideni Soncini Pimentel.</p></blockquote><p class="wp-block-paragraph">A tentativa de manter um familiar na gestão exclusivamente por causa do sobrenome pode criar um problema tanto para a pessoa quanto para a própria empresa.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A empresa pode continuar familiar sem ser administrada pela família</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Outro equívoco comum é imaginar que profissionalizar a gestão significa retirar a família do negócio. São questões diferentes. Uma família pode continuar proprietária da empresa e preservar o controle societário, enquanto profissionais contratados assumem parte ou até a totalidade da administração executiva. A família pode participar por meio de conselhos, assembleias e outros mecanismos de governança, conforme a estrutura adotada.</p><p class="wp-block-paragraph">Da mesma maneira, uma empresa pode continuar sendo administrada por familiares e possuir elevado grau de profissionalização, desde que existam critérios claros para a ocupação das funções. O ponto central não é determinar se o gestor possui ou não o sobrenome da família. É saber por que aquela pessoa está naquela cadeira e quais regras definem sua permanência nela.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Governança permite separar família, propriedade e gestão</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Planejamento sucessório não se resume à transferência de patrimônio. Ele também envolve definir como propriedade, poder de decisão e administração se relacionarão quando o fundador deixar a operação. Acordos societários, protocolos familiares, conselhos, regras para ingresso de familiares na gestão e, em determinadas situações, holdings podem fazer parte dessa organização. Nenhum desses instrumentos, isoladamente, resolve a sucessão.</p><p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Rodrigo Gonçalves Pimentel e Sideni Soncini Pimentel, a estrutura adequada depende das características da empresa, do patrimônio e, principalmente, das pessoas envolvidas. Há famílias em que um filho está preparado e deseja assumir o comando. Em outras, vários integrantes podem dividir responsabilidades. Há também situações em que nenhum herdeiro deseja administrar a operação, embora todos queiram preservar a empresa e permanecer ligados ao patrimônio construído. São cenários diferentes e, portanto, podem exigir soluções diferentes.</p><p class="wp-block-paragraph">Por isso, a pergunta sucessória não deveria ser apenas “qual dos meus filhos vai ocupar o meu lugar?”, talvez exista uma pergunta anterior: “O que exatamente eu quero que continue depois de mim?”. Se a resposta for patrimônio, valores, reputação e continuidade daquilo que foi construído, talvez o legado seja maior do que uma cadeira. E talvez uma das maiores demonstrações de continuidade seja permitir que a próxima geração preserve a história da família sem ser obrigada a repetir a vida do fundador.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre os especialistas</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Rodrigo Gonçalves Pimentel é advogado, empresário e sócio do Pimentel & Mochi Advogados Associados. Sua atuação envolve questões empresariais, patrimoniais, societárias e sucessórias relacionadas a empresários e famílias empresárias.</p><p class="wp-block-paragraph">Sideni Soncini Pimentel é advogado, desembargador aposentado e integrante do Pimentel & Mochi Advogados Associados. Após uma trajetória de mais de quatro décadas na magistratura, iniciou uma nova fase profissional na advocacia, com atuação consultiva e estratégica.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/rodrigo-goncalves-pimentel-e-sideni-soncini-pimentel--legado-empresarial-nao-significa-obrigar-o-filho-a-assumir-o-comando.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbb3936ff272cc6aba8bf3</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:48:19 +0000</pubDate><title>Saftec Digital participará da Feira do Empreendedor 2026 em São Paulo</title><description>A Saftec Digital estará presente na Feira do Empreendedor 2026, evento promovido pelo Sebrae-SP que será realizado entre os dias 19 e 22 de outubro, em São Paulo. A participação integra o movimento da empresa de ampliar conexões com empreendedores, empresas e profissionais interessados em inovação, presença digital e fortalecimento de marcas no ambiente online. […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/00/lm/s7/00lms7fhf2980b4v1qru784de.jpg"><figcaption>Saftec Digital participará da Feira do Empreendedor 2026 em São Paulo<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><p class="wp-block-paragraph">A Saftec Digital estará presente na Feira do Empreendedor 2026, evento promovido pelo Sebrae-SP que será realizado entre os dias <strong>19 e 22 de outubro</strong>, em São Paulo. A participação integra o movimento da empresa de ampliar conexões com empreendedores, empresas e profissionais interessados em inovação, presença digital e fortalecimento de marcas no ambiente online.</p><p class="wp-block-paragraph">Considerada um dos principais encontros voltados ao empreendedorismo no país, a Feira do Empreendedor reúne negócios de diferentes segmentos, especialistas e soluções direcionadas a quem deseja iniciar, desenvolver ou transformar uma empresa. Ao longo dos quatro dias, o público poderá acompanhar conteúdos, conhecer novas ferramentas, trocar experiências e estabelecer conexões com empresas e profissionais de diferentes áreas.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Saftec Digital: tecnologia, comunicação e reputação no ambiente digital</strong></h3><p class="wp-block-paragraph">Fundada em <strong>2009</strong>, a Saftec Digital atua no desenvolvimento de estratégias voltadas à presença e à reputação de empresas, marcas e profissionais no ambiente digital.</p><p class="wp-block-paragraph">Com sede na Avenida Paulista, em São Paulo, a empresa acompanha as transformações do comportamento de busca e da forma como pessoas e organizações constroem sua presença online. Sua atuação envolve estratégias relacionadas à <strong>reputação digital, produção e distribuição de conteúdo, SEO, GEO e inteligência aplicada ao ambiente digital</strong>.</p><p class="wp-block-paragraph">Ao longo de sua trajetória, a Saftec Digital vem desenvolvendo projetos para diferentes perfis de empresas e profissionais, combinando tecnologia, comunicação e análise estratégica para ampliar e fortalecer a presença de seus clientes nos mecanismos de busca e em outros ambientes digitais.</p><p class="wp-block-paragraph">A participação na Feira do Empreendedor 2026 também será uma oportunidade para a empresa se aproximar do ecossistema empreendedor, apresentar sua atuação e trocar experiências sobre os desafios que empresas de diferentes portes enfrentam na construção e proteção de sua imagem no ambiente online.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Feira do Empreendedor 2026</strong></h3><p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 acontece entre os dias <strong>19 e 22 de outubro</strong>, em São Paulo, e contará com programação voltada a empreendedorismo, inovação, gestão, tecnologia, marketing e desenvolvimento de negócios.</p><p class="wp-block-paragraph">A participação no evento é uma oportunidade para conhecer tendências, soluções e iniciativas voltadas tanto a quem já possui uma empresa quanto a quem pretende começar a empreender.</p><p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento:</strong> Feira do Empreendedor 2026 <strong>Data:</strong> 19 a 22 de outubro de 2026 <strong>Local:</strong> São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900. <strong>Inscrições:</strong> <a href="https://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/">https://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/</a> </p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-29/saftec-digital-participara-da-feira-do-empreendedor-2026-em-sao-paulo.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab3d64117e0ae1c2d167872</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 13:38:09 +0000</pubDate><title>Gestão de reputação fortalece a credibilidade das empresas e amplia oportunidades de negócio</title><description>Em um ambiente digital cada vez mais competitivo, construir autoridade exige uma estratégia que vá além dos canais próprios da empresa. A internet se tornou um dos principais pontos de contato entre empresas, clientes, investidores e parceiros. Antes mesmo de uma reunião comercial ou de uma compra, é comum que pessoas pesquisem o nome de […]</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bw/xn/g4/bwxng4250mtwv2o6hi74v6f2g.jpg"><figcaption>Gestão de reputação fortalece a credibilidade das empresas e amplia oportunidades de negócio<span class="copyright">Parceiro Xpto </span></figcaption></figure><p></p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Em um ambiente digital cada vez mais competitivo, construir autoridade exige uma estratégia que vá além dos canais próprios da empresa.</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">A internet se tornou um dos principais pontos de contato entre empresas, clientes, investidores e parceiros. Antes mesmo de uma reunião comercial ou de uma compra, é comum que pessoas pesquisem o nome de uma organização em mecanismos de busca para conhecer seu histórico, sua atuação e a forma como ela é percebida pelo mercado.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a reputação digital deixou de ser apenas uma consequência da presença online e passou a fazer parte da estratégia de posicionamento das empresas. A maneira como uma marca aparece nos resultados de pesquisa influencia diretamente a confiança do público e pode impactar decisões comerciais, processos de contratação, negociações e oportunidades de crescimento.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A reputação digital vai além do site institucional e das redes sociais</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Embora canais próprios, como sites, blogs e redes sociais, sejam fundamentais para a comunicação da empresa, eles representam apenas uma parte da presença digital.</p><p class="wp-block-paragraph">Os consumidores costumam buscar informações em fontes externas consideradas independentes, como veículos de comunicação, portais especializados, entrevistas, artigos de opinião e conteúdos produzidos por terceiros. Essas referências ajudam a construir percepção de autoridade e funcionam como elementos que reforçam a credibilidade da marca.</p><p class="wp-block-paragraph">Uma estratégia consistente de reputação digital busca justamente ampliar essa presença em ambientes reconhecidos pelo mercado, fortalecendo a imagem institucional por meio de conteúdos relevantes e informativos.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Conteúdo de qualidade gera autoridade</strong></h3><p class="wp-block-paragraph">A produção de conteúdo especializado permite que empresas compartilhem conhecimento, apresentem tendências do setor e demonstrem experiência em suas áreas de atuação.</p><p class="wp-block-paragraph">Quando esse conteúdo é publicado em veículos externos e fontes reconhecidas, ele passa a contribuir para o fortalecimento da autoridade da organização, aumentando sua visibilidade e oferecendo ao público diferentes pontos de contato com informações confiáveis.</p><p class="wp-block-paragraph">Mais do que promover produtos ou serviços, a estratégia consiste em posicionar a empresa como uma referência dentro de seu segmento de mercado.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Gestão de reputação é um investimento de longo prazo</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Assim como outras iniciativas de marketing, a construção de reputação não acontece de forma imediata. Trata-se de um trabalho contínuo, baseado em planejamento, produção de conteúdo, relacionamento com a imprensa, monitoramento da presença digital e acompanhamento constante dos resultados.</p><p class="wp-block-paragraph">Conheça mais detalhes sobre a <a href="https://saftecdigital.com.br/gestao-de-reputacao-digital">Gestão de Reputação Digital</a></p><p class="wp-block-paragraph">Empresas que investem nessa estratégia tendem a consolidar uma imagem mais sólida ao longo do tempo, tornando-se mais competitivas e preparadas para enfrentar desafios relacionados à comunicação e à percepção pública.</p><p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma reputação bem estruturada contribui para aumentar a confiança de clientes, parceiros e investidores, criando um ambiente mais favorável para o desenvolvimento dos negócios.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>A gestão estratégica da reputação acompanha a evolução do mercado</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Com a transformação digital e o crescimento do uso de mecanismos de busca e plataformas baseadas em inteligência artificial para obtenção de informações, manter uma presença digital consistente tornou-se ainda mais relevante.</p><p class="wp-block-paragraph">Organizações que investem na construção de autoridade por meio de conteúdo qualificado e presença em fontes confiáveis ampliam suas chances de serem encontradas, reconhecidas e lembradas de forma positiva pelo mercado.</p><p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a gestão de reputação passa a integrar as estratégias de comunicação corporativa, atuando de forma complementar às ações de marketing, branding, assessoria de imprensa e posicionamento institucional.</p><hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"><h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Saftec Digital</strong></h2><p class="wp-block-paragraph">Fundada em 2009, a Saftec Digital é uma empresa especializada em gestão de reputação digital e posicionamento estratégico para empresas e executivos. Com sede na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), desenvolve projetos voltados ao fortalecimento da presença digital por meio de estratégias de conteúdo, monitoramento reputacional, construção de autoridade e otimização da visibilidade em mecanismos de busca e plataformas baseadas em inteligência artificial.</p><p class="wp-block-paragraph">Administrada por profissionais com ampla experiência nas áreas de marketing, comunicação e reputação digital, a empresa atua em âmbito nacional, oferecendo soluções personalizadas para organizações que buscam fortalecer sua credibilidade e consolidar uma imagem positiva no ambiente digital.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://saftecdigital.ig.com.br/2026-09-23/gestao-de-reputacao-fortalece-a-credibilidade-das-empresas-e-amplia-oportunidades-de-negocio.html</link><dc:creator>Saftec Digital</dc:creator><media:credit>Parceiro Xpto </media:credit><author>Saftec Digital</author><keywords>Saftec Digital</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6ab3bb89a6beeddc1e43802e</section></item></channel></rss>